
Projeto obriga casas de SP a ter telhado branco.
Projeto de lei já aprovado em primeira votação na Câmara Municipal propõe que as novas casas construídas na capital sejam obrigadas a ter telhado pintado de branco.
A medida teria caráter ambiental:o branco absorve menos sol e ajuda a combater as ilhas de calor da
cidade. A ideia é defendida há cerca de três anos pela Organização Não-Governamental Green Building
Council Brasil. O argumento é que os telhados escuros retêm mais luz do Sol e, ficam mais quentes.
Como 25% do terreno das cidades corresponde aos telhados, ainda de acordo com a ONG, esse material combateria a formação de ilhas de calor.
Fonte: vidaimobiliaria.com.br / 07122010
Projeto obriga casas de SP a ter telhado branco.
Cerca de 6 milhões de brasileiros vão passar da Classe C para a B em 2011

Grupo com renda familiar entre R$ 4.807 e R$ 10.375 deve chegar a 15,4% da população brasileira
O Brasil já vive, segundo especialistas, um processo de migração de parte da classe C para a B. Estudo da Ativa Corretora estima que 5,9 milhões de pessoas devem avançar para a classe B até o fim de 2011, na comparação com o início de 2009. Com isso, o grupo – com renda familiar entre R$ 4.807 e R$ 10.375, segundo o levantamento – deve chegar a 15,4% da população brasileira, ou 29,363 milhões de pessoas, mostra reportagem de Lucianne Carneiro, publicada neste domingo (5) pelo jornal O Globo.
“Nossa estimativa é que, além dos seis milhões que deixarão a classe C em direção à B, três milhões sairão da D para a C. Isso é fruto do forte crescimento econômico do Brasil nos últimos anos e do aumento do trabalho formal e do crédito”, afirma o economista-chefe da Ativa Corretora, Arthur Carvalho Filho, um dos autores do estudo.
O diretor do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas, Marcelo Neri, diz que seus estudos vêm mostrando essa ascensão da classe C à B. Segundo ele, apesar de a C ser a maior do país, em números absolutos, são as classes A e B que crescem em ritmo mais expressivo.
O documento mostra ainda que, com a melhoria da renda média na classe B, o perfil de consumo tende a se refinar, e ganham espaço gastos como educação, alimentação fora de casa, transporte, higiene e assistência à saúde.
A educação dos dois filhos é uma das principais preocupações da dona de casa Valeria Cristina Rodrigues Carvalho Martins, de São Paulo, e de seu marido, Juramir Paulo Martins. Hoje na classe B, a família, cuja renda mensal fica em torno de R$ 7 mil, reserva cerca de 20% do orçamento para pagar a escola particular para Vinicius, de 14 anos, e Barbara, de 10. Mas também há espaço para alimentação fora de casa, lazer, viagens e higiene e cuidados pessoais.
“Aqui não se come em casa sábado e domingo. Ou tem convite para festa ou vamos ao restaurante”, conta Valeria, que também faz visitas semanais ao salão de beleza.
Fonte: Clip Imobiliário
Teto Solar Pode Virar Exigência para o Minha Casa, Minha Vida
Sustentabilidade deve começar a virar lei nos empreendimentos imobiliários (Foto: Divulgação)
A sustentabilidade deve começar a virar lei nos empreendimentos imobiliários construídos dentro do programa “Minha casa, minha vida”. A informação foi dada pelo ministro das Cidades, Mareio Fortes, durante visita às obras do condomínio Valdeirosa, no Parque Valdeirosa, em Queimados. De acordo com ele, o documento com as novas regras, que será enviado ao Congresso Nacional nos próximos dias, vai exigir teto solar para aquecimento da água do chuveiro em todas as unidades habitacionais contratadas em 2011.
Além disso, o ministério estuda colocar elevadores nos condomínios para famílias com renda mensal de até R$ 1.395.
“Prédios mais altos permitem aproveitar bem os terrenos, mas a manutenção dos elevadores é cara. Estudamos os custos para propor que o governo pague a manutenção por dez anos”, disse.
Unidades na Baixada – As 500 primeiras unidades do programa do governo para famílias com renda mensal de até R$ 1.395, na Baixada Fluminense, ficarão prontas em janeiro, no condomínio Valdeirosa. Devido ao grande número de interessados – a Prefeitura de Queimados calcula 7.200 inscrições – as moradias serão sorteadas este mês. Deficientes físicos, idosos e mulheres chefes de família terão prioridade. Outras mil unidades serão entregues em maio.
Ontem, a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) aprovou o Projeto de Lei 3.327, de 2010, que propõe transformar impostos de materiais de construção em crédito tributário para as construtoras do “Minha casa, minha vida”. O objetivo é reduzir o custo final para o consumidor em até 6%. O projeto espera a aprovação do governador Sérgio Cabral
Fonte G1 em 06122010
Gastou FGTS no Imóvel?? Saiba usar o Fundo de novo para pagar a Dívida !!
Gastou FGTS no imóvel?
Saiba usar o fundo de novo para pagar a dívida.
Dinheiro pode ser usado mais de uma vez no mesmo imóvel.
É possível pagar parcelas, reduzir ou quitar saldo devedor do financiamento.
O aviador João Bolte usou o FGTS para abater parcelas do financiamento. Usar o dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para dar entrada na compra do primeiro imóvel é prática popular no mercado de crédito imobiliário brasileiro. Dados da Caixa Econômica Federal mostram que em 2010, até agosto, foram 654.689 saques do FGTS para aplicação em moradia, um total de R$ 4,631 bilhões.
Recurso menos conhecido, de acordo com a Caixa, é a possibilidade de usar o dinheiro do fundo também para quitar parcelas (atrasadas, inclusive) ou reduzir o saldo devedor do financiamento do mesmo imóvel mais de uma vez, desde que haja saldo disponível – mesmo que o FGTS já tenha sido usado na entrada.
São duas opções:
usar o dinheiro para diminuir o saldo devedor ou quitar parcelas do financiamento.
“Tem muita gente que desconhece essa opção e acaba se endividando mais ou perdendo o imóvel por falta de informação”, diz Marcelo Augusto Luz, presidente da Associação Nacional dos Mutuários, que orienta proprietários de imóveis que enfrentam dificuldades ou dúvidas no financiamento.
Na associação, segundo ele, 300 ações judiciais em 2009 terminaram em acordos de pagamento de dívida imobiliária com dinheiro do FGTS dos devedores.
Reduzir saldo devedor ou pagar parcelas.
São duas opções:
= usar o dinheiro para diminuir ou quitar o saldo devedor ou apenas pagar parcelas do financiamento.
Para Luz, da ANM, a melhor alternativa é aproveitar a oportunidade para negociar a redução do saldo ou até quitar de vez a dívida, o que resultará em juros menores para o consumidor.
“Usar o FGTS só para pagar parcelas é gastar uma reserva importante para resolver um problema apenas parcialmente”, diz Luz.
Para reduzir o total devido, é preciso esperar dois anos desde a última utilização do FGTS.O aviador João Bolte, 55 anos, usou o FGTS por cinco anos para abater cerca de 80% das prestações do financiamento de sua casa em Arujá (SP), que comprou em 1989, atraído pelas parcelas que ficaram leves no orçamento. Se fosse hoje, faria diferente.
“Eu não sabia que durante o período do financiamento eu poderia amortizar o saldo do financiamento, teria sido mais interessante. Acabei pagando 20 anos religiosamente em dia e ainda sobrou um saldo absurdo, porque meu contrato era corrigido pela equivalência salarial”, diz Bolte.
Diante do susto com a dívida gigantesca que ficou pendente, ele recorreu mais uma vez ao FGTS em 2010 para fechar um acordo com o banco: usou R$ 75 mil do fundo mais R$ 10 mil de suas economias para se livrar do imbróglio.
Depois da experiência, ele diz que o melhor é se informar antes de tomar qualquer decisão relacionada ao financiamento de um imóvel. “Melhor é procurar antes para ter assessoria jurídica de quem entende do assunto”, garante.
Quem pode usar:
Há regras: para aplicar o FGTS na redução da dívida total do financiamento, é preciso estar com as prestações em dia, ter saldo na conta vinculada ao fundo e esperar um intervalo mínimo de dois anos desde a última utilização do fundo para a casa própria até a nova solicitação, de acordo com a Caixa.
Até três parcelas atrasadas podem ser abatidas com o FGTSJá para quem quer usar o dinheiro apenas para pagar parcelas pontuais, que não surtirão efeito no montante devido ao banco, o FGTS pode ser utilizado para abater até 80% do valor das prestações, em 12 parcelas mensais e consecutivas.
Essa modalidade de uso do FGTS pode ser repetida outras vezes, desde que haja saldo no fundo e que o cotista aguarde o término da operação anterior.
Podem ser abatidas no pagamento parte de até três prestações em atraso. Além disso, o valor a ser movimentado não pode ultrapassar 80% do somatório das 12 cotas.
Na opinião do consultor em finanças Alexandre Lignos, da IGF, quitar parcelas com o saldo do fundo pode ser alternativa saudável para quem está no cheque especial por causa do “carnê” da casa própria, porque a rentabilidade do FGTS é baixíssima e o custo do juro do banco, astronômico.
“Se você entrar dez dias no cheque especial já é o juro que o FGTS demora um ano para te pagar”, afirma Lignos, que ressalta, no entanto, que renegociar a dívida total é mais recomendável.
Condições para uso do FGTS Quem pode usar:
-proprietário de imóvel residencial concedido pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH)
Condições:
-ter pelo menos 3 anos de contribuição ao FGTS
-ser titular ou coobrigado no contrato de financiamento
- ter saldo suficiente na conta vinculada do FGTS
- não ter outro imóvei residencial que impeça o uso dos recursos do fundo
- ter o contrato de financiamento registrado em nome do titular e coobrigados
Para amortizar o saldo devedor:
– estar com as prestações em dia
- é preciso intervalo mínimo de 2 anos entre as utilizações do fundo
Para liquidar
o saldo devedor: – é preciso intervalo mínimo de 2 anos entre as utilizações do fundo
Para pagar parte do valor das prestações mensais:
– pode ser paga parte de até 3 prestações em atraso, acrescidas da quantidade de prestações a vencer, não ultrapassando 12 cotas
- os recursos são utilizados para pagamento de parte do valor da prestação em 12 parcelas mensais e consecutivas
- o FGTS pode ser utlizado pra abater até 80% do valor da prestação
- o valor a ser movimentado não deve passar de 80% da soma das 12 cotas
Fonte: Ligia Guimarães
Do G1, em São Paulo
Caixa financia 4,5 mil imóveis por dia

Volume contratado este ano supera em 104% os empréstimos realizados no mesmo período do ano passado.
09/08/10 – A Caixa Econômica Federal financia, em média, a compra de 4,5 mil imóveis por dia, com volume médio diário de R$ 275 milhões.
Entre janeiro e julho, o banco fechou 651.157 contratos para compra da casa própria, no valor de R$ 40,1 bilhões, valor que supera em 104% os financiamentos habitacionais aprovados em igual período do ano passado.
Do total emprestado, R$ 17,8 bilhões são provenientes de recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e R$ 17,4 bilhões vieram do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).
Os restantes R$ 4,9 bilhões são originários de outras fontes de financiamento para famílias de baixa renda, como os recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).
Fonte: imolweb / 12/08/2010
A Caixa Econômica Federal emprestou R$ 40,1 bilhões

Até julho, banco fechou 650 mil contratos; volume emprestado é 85% do total de 2009
A Caixa Econômica Federal emprestou R$ 40,1 bilhões e fechou 651.157 contratos de financiamentos habitacionais entre janeiro e julho deste ano. Em todo o ano de 2009, o volume emprestado para a casa própria ficou em R$ 47,05 bilhões. A menos de cinco meses para o fim do ano, o total financiado já é 85% desse total.
O banco, hoje, responde três em cada quatro contratos habitacionais no país. Na comparação com os sete primeiros meses de 2009, o número, divulgado nesta quinta-feira (5), representa um crescimento de 104% nos negócios. O volume de recursos para o crédito habitacional, de janeiro a julho, já é maior que todo o montante aplicado entre 2003 e 2006, que somou R$ 32,9 bilhões. Em 2003, os contratos não passaram dos 260 mil imóveis. Para a presidente do banco Maria Fernanda Ramos Coelho, os números mostram que o setor imobiliário brasileiro avançou, após vários anos de estagnação e crescimentos moderados. “Estamos contratando 4.500 unidades por dia, o que significa um volume diário de R$ 275 milhões. A Caixa se preparou muito para esse momento e está obtendo o resultado desse investimento. Aproximamos o cliente de uma nova realidade no setor imobiliário. Do total emprestado até o final de julho, R$ 17,8 bilhões são provenientes de recursos da poupança (o SBPE, ou Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo) e R$ 17,4 bilhões do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). O Programa Minha Casa Minha Vida fechou, até 30 de julho, R$ 16,5 bilhões em novos contratos e já entregou 137.010 moradias. Mais 79 mil unidades habitacionais foram contratadas como imóvel na planta e já estão em fase de entrega. Esse número deve chegar até 144.386 até o final do ano. Desde a criação do programa, em abril de 2009, foram contratadas 578.362 unidades habitacionais. Até o momento, já estão em análise aproximadamente 998 mil propostas. A previsão do banco é de que, até o fim do ano, os negócios cheguem a R$ 60 bilhões. Em junho, Valter Nunes, superintendente da Caixa Econômica Federal em São Paulo, afirmou que o banco deve bater o recorde esperado com facilidade. Segundo ele, a maioria dos negócios no setor imobiliário se concentra nos meses de julho a dezembro.
Fonte: www.vidaimobilia.com.br em
09/08/2010
Funcionários de Condomínios poderão ter Crédito Habitacional Especial

Taxas de juros subsidiadas e prazo de pagamento ampliado estão inclusos na proposta; se aprovado nas duas comissões que o analisam, projeto não precisará ir a plenário.
27/07/10, Brasília, DF – Acesso automático a cartas de crédito imobiliário para porteiros e demais trabalhadores em condomínios, por ocasião da aposentadoria, é a proposta do Projeto de Lei (PL) 7615/10, do deputado Otávio Leite (Psdb/RJ), em análise na Câmara Federal. O texto prevê linhas de crédito com tratamento diferenciado, a exemplo de taxas de juros subsidiadas e eventual ampliação do prazo de pagamento, em relação aos praticados atualmente. O PL propõe também que as novas linhas de crédito sejam operadas por instituições oficiais, como o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal.
“Os porteiros e funcionários de condomínios têm relevância indiscutível para o cotidiano de milhares de brasileiros. O segmento, em geral mal remunerado, precisa de apoio”, argumenta Otávio Leite em defesa do PL de sua autoria.
A forma para análise do PL 7615/10 pela Câmara é a definida como “de caráter conclusivoRito”. O termo significa que o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, e sim apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. Há duas situações em que PLs analisados sob tal caráter perdem a condição e são enviados a plenário, para votação: se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); ou se, após aprovado nas comissões, for objeto de recurso contra o rito em questão, obrigatoriamente assinado por 51 deputados (10% do total).
O PL 7615/10 será analisado pelas Comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
MP eleva teto do imóvel social do Minha Casa, Minha Vida

Valor máximo sobe para R$ 75 mil; benefício fiscal às construtoras é prorrogado até 2014, com impacto de menos R$ 20,25 na arrecadação.
28/07/10, Brasília, DF – Conforme publicado hoje no Diário Oficial da União, a vigência do incentivo fiscal para o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida foi prorrogada, de dezembro de 2013 para igual mês de 2014. Tal incentivo é concedido à construção civil, restrito à produção de imóveis de interesse social, e consiste na redução, de 6% para 1%, de alguns tributos, entre eles o Imposto de Renda (IR) e o Programa de Integração Social (PIS).
A MP também aumenta o valor comercial do imóvel considerado de interesse social, inicialmente estabelecido em R$ 60 mil pela lei que regulamenta o programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. A partir de hoje, o teto passa para R$ 75 mil.
“Os preços dos imóveis influenciaram nessa decisão, mas não é só isso. A idéia é que o sistema se torne mais atrativo. Foi usado um preço de imóvel, mas eu suponho que, de tempos em tempos, ele terá que ser revisto”, declarou à Agência Brasil o subsecretário de Tributação da Receita Federal, Sandro de Vargas Serpa.
Serpa também declarou acreditar que “haverá grande benefício para os consumidores, porque um número maior de projetos deverá ser apresentado e, com isso, aumentará também o número de empreendimentos beneficiados com o regime especial de tributação do programa, aumentando a oferta de imóveis”.
É previsto que, com a medida, o governo deixará de recolher R$ 20,25 em impostos.
Scopel avança modelo sustentável para loteamentos

Ações incluem utilizar resíduos de demolição para asfaltamento e manter o solo permeável.
19/07/10 – Utilizar resíduos de demolição para pavimentar o asfalto das ruas que interligam os loteamentos; ou substituir a pavimentação asfáltica por pequenos blocos de concreto, de modo a facilitar a drenagem da água são algumas das iniciativas que a urbanizadora Scopel vem colocando em prática para desenvolver seus empreendimentos.
Entre os loteamentos da marca que já seguem a orientação está o Residencial Portal Bordon II, localizado na cidade de Sumaré, no interior paulista. Ali a urbanizadora está utilizando resíduos de concreto, provenientes de demolição, para realizar o pavimento asfáltico. No Residencial Bella Città, na também paulista cidade de Ribeirão Preto, parte do pavimento foi executado com blocos intertravados para evitar a impermeabilização do solo, segundo explica a Scopel.
Parceria com SOS Mata Atlântica – Há nove anos a Scopel lançou o loteamento Reserva de Ibirapitanga, em Santa Izabel, SP, junto a uma grande área de preservação. O projeto foi desenvolvido em parceria com a ong SOS Mata Atlântica, que mantém até hoje um trabalho de monitoramento e pesquisa ambientais nos mais de 20 milhões de m2 de vegetação natural que integram o empreendimento.
O general manager, Ciro Schmeil, explica que o modelo da Scopel para o uso sustentável do solo inclui executar os trabalhos de terraplenagem “de forma muito criteriosa, ainda que implique em menor número de lotes, ou em não utilizar áreas mais acidentadas do terreno”.
“Temos sido sensíveis em relação à topografia dos terrenos, para preservar o relevo natural. Além do mais, a questão dos resíduos sólidos tem merecido atenção da Scopel, que organiza iniciativas em conjunto com empresas vizinhas dos seus empreendimentos para viabilizar a coleta seletiva, além de cuidar diretamente desta questão durante as obras”, diz Schmeil.
O dirigente afirma que o foco da Scopel não é simplesmente comercializar lotes, mas promover um desenvolvimento urbano organizado nas regiões onde atua: “Todos os empreendimentos contam com estação própria de tratamento de esgoto (ETE) e de água (ETA), que depois de implantadas e em funcionamento são doadas aos operadores públicos desses serviços”.
“Estamos em capacitação da equipe interna para iniciar o processo de certificação ambiental em nossos empreendimentos. A previsão é a de que até 2012 todos estejam certificados”, estima o general manager da urbanizadora.
Parceria com o poder público – O trabalho parceiro entre Scopel e o poder público, comenta Schmeil, inclui a doação de áreas para a construção de escolas e bibliotecas. “Para integrar os loteamentos às comunidades que vivem no entorno, nos loteamentos abertos são criadas praças, locais de caminhada e outros equipamentos públicos que contribuam para o convívio social”.
Choque de gestão – Para consolidar a gestão sustentável em todos os níveis da empresa, a Scopel criou um Comitê de Sustentabilidade, envolvendo colaboradores de todas as áreas. “O intuito é estimular novas idéias, contribuindo para a conscientização dos departamentos. A proposta surgiu por meio de uma parceria firmada com o Centro Tecnológico de Edificações (CTE), consultoria especializada em sustentabilidade, encarregada de mapear toda a organização e, a partir daí, propor um verdadeiro choque de gestão na adoção de práticas sustentáveis, em todos os níveis hierárquicos”, conta.
“Estabelecemos metas de sustentabilidade para os gerentes da empresa. Por exemplo, eles devem propor ações para reduzir o consumo de bens naturais, como água, ou ainda de materiais como papel. Iniciativa surgida a partir desse debate foi a de instalar estações de reciclagem em todos os plantões de vendas. A ação será realizada no segundo semestre de 2010, período para o qual prevemos entre 30 a 40 plantões”.
Junto aos fornecedores, a Scopel tem exigido o cumprimento de requisitos sustentáveis, como o de que a estrutura de emplacamento dos loteamentos seja feita de madeira certificada.
Endomarketing – Segundo Schmeil, o Comitê de Sustentabilidade, em conjunto com o departamento de Recursos Humanos, iniciou uma série de ações de endomarketing, que englobam desde o uso do papel reciclado, passando pela coleta seletiva – até informativos e ações de promoção à saúde e qualidade de vida.
No âmbito destas ações, a Scopel incentiva a prática de exercícios físicos. Grupos formados por funcionários reúnem-se periodicamente no Parque do Ibirapuera e no Villa-Lobos para praticar corridas, com objetivo, inclusive, de participar em competições amadoras.
Perfil – Fundada em 1996, em 2007 a Scopel associou-se ao Carlyle Group, um dos maiores fundos mundiais de Private Equity. A associação possibilitou à empresa – controlada pela Família Scopel – ampliar o portfólio com a aquisição de novas áreas e lançamentos, e acelerar o processo de expansão e modernização, a exemplo de investimentos em gestão e tecnologia da informação. Foi a primeira empresa do setor a obter, em 1999, a certificação ISO 9001, e desde 2009 é membro oficial do Green Building Council Brasil (GBC).
Fonte: Imolweb / 28/07/2010
Bancos adiam o pagamento da primeira parcela do financiamento para até seis meses
Na guerra para conquistar clientes, os bancos estão fazendo de tudo. A competição que antes era baseada na taxa de juros e nos serviços incluídos, agora chegou às condições de pagamento. Quem ganha com isso é o cliente, que agora pode escolher começar a pagar as prestações do financiamento imobiliário até seis meses depois de fechado o contrato.
O Banco do Brasil (BB) é um dos que oferecem carência de até seis meses na compra de um imóvel. Segundo José Henrique Silva, gerente executivo de Empréstimos e Financiamento do banco, o benefício ajuda o cliente a equilibrar o orçamento nos meses próximos à conclusão do negócio:
“Nem todos estão prevenidos para despesas de mudança e mobiliário quando compram um apartamento.”
Esse foi o caso de Taíssa Abdala, designer de 32 anos. Ela realizou o sonho da casa própria com um financiamento do Banco do Brasil e optou por dois meses de carência:
“Esses meses sem pagar me ajudaram a juntar dinheiro para comprar os móveis e realizar algumas obras.”
Além do Banco do Brasil, o Bradesco e a Caixa Econômica Federal oferecem carência de até seis meses. Na Caixa, o benefício é válido somente para alguns tipos de convênio, como para funcionários de ministérios.
Além de empurrar as primeiras parcelas para depois, os bancos oferecem outras vantagens. A Caixa, por exemplo, permite que o cliente altere a data de pagamento das parcelas. Basta ir à agência e pedir a mudança.
O Santander dá ao cliente a possibilidade de escolher um mês por ano para não pagar a prestação. No período em questão, o mutuário quita somente o juros e a taxa de manutenção do contrato. O Banco do Brasil também oferece a vantagem de um mês sem pagar a cada ano, e chama o serviço de “prestação pula”.
“Alguns meses, como janeiro e fevereiro, concentram muitas contas. A opção serve para que o cliente melhore seu fluxo de caixa. Nós nos adequamos à sua capacidade de pagamento”, diz José Henrique Silva, do Banco do Brasil.
SIMULADOR – Em quase todos os sites de bancos é possível simular o financiamento. Em alguns deles, pode-se enviar a proposta online. Contudo, ela não é garantia de crédito, e o cliente continua obrigado a ir ao banco. A diferença, nesses casos, é que a instituição recebe os dados do mutuário com antecedência, agilizando o processo.
SERVIÇO E CONDIÇÕES – Juros: 8,4 % ao ano mais Taxa Referencial (TR). Prazo de pagamento: até 360 meses. Percentual de financiamento: até 90% do valor do imóvel. Comprometimento da renda: até 30% do rendimento líquido.
CAIXA:
Valor do imóvel: até R$80 mil. Juros: de 5% a 8,16% ao ano mais TR. Prazo de pagamento: até 360 meses. Percentual de financiamento: até 80% do valor do imóvel.
BRADESCO:
Imóvel: até R$500 mil. Juros: 12,79% ao ano mais TR. Prazo de pagamento: até 360 meses. Percentual de financiamento: até 80% do valor do imóvel. Comprometimento da renda: até 30% do rendimento líquido.
SANTANDER:
Valor do imóvel: a partir de R$40 mil. Juros: de 8,9% a 11% ao ano mais TR. Percentual de financiamento: até 80% do valor do imóvel.
ITAÚ:
Valor do imóvel: a partir de R$62.500. Juros: 11% ao ano mais TR. Prazo de pagamento: mínimo de 12 meses e máximo de 360 meses. Percentual de financiamento: até 80% do valor do imóvel. Comprometimento da renda: até 35% do rendimento líquido.
