Índice que reajusta aluguéis tem terceira deflação seguida

Variação do IGPM últimos 12 meses em %

Variação do IGPM últimos 12 meses em %

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IGP-M ficou em -0,07% em maio e acumula taxa de 3,64% em 12 meses.
Preços ao consumidor tiveram alta menor que a do mês anterior, de 0,42%.
A notícia é boa para quem mora de aluguel: o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), usado para calcular o reajuste da maioria desses contratos, registrou em maio sua terceira deflação mensal consecutiva, de 0,07%. Com a queda, a taxa acumulada em 12 meses recuou para 3,64%. No ano, já está deflacionária em 1,14%.

Apesar de negativa, a taxa de maio ficou acima da registrada no mês anterior, de -0,15%. Nos primeiros cinco meses do ano, apenas a taxa de fevereiro ficou positiva, em 0,26%.

Os preços por atacado caíram menos em maio, com a taxa passando de -0,44% para -0,30%, mas seguiram influenciado a deflação do IGP-M. No corte por origem, a taxa dos produtos agropecuários passou de 0,84% para 0,24%, enquanto a dos produtos industriais subiu de -0,85% para -0,48%.

Entre os produtos, as maiores influências de baixa no atacado vieram da laranja, que ficou 13,26% mais barata, e do ovo, cujo preço caiu 8,55%.

Font: FGV / 29/05/2009

Publicado em: on Maio 29, 2009 at 1:21 pm Deixe um comentário

Rossi cria a Ideal para baixa renda

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A Rossi volta às origens. Dona do Plano 100, a Rossi fez fama como construtora de imóveis econômicos durante a década de 90, mas mudou a rota e enveredou pelo mercado de média e alta renda nos últimos anos. De novo, a companhia segue a demanda – o que a coloca no caminho de volta. Com atraso em relação à concorrência, cria sua marca para baixa renda, a Rossi Ideal, que pode representar perto de 70% dos lançamentos da companhia este ano. A demora, no entanto, foi, até certo ponto, positiva para a companhia.
A nova marca está sendo moldada para atender o público beneficiado pelo programa habitacional do governo. A estratégia da companhia para a baixa renda está sendo toda desenhada de acordo com o pacote “Minha Casa, Minha Vida”. Embora a Rossi já tivesse linhas de produtos mais baratos, como o residencial Vila Flora – de casas no interior de São Paulo – apenas parte das unidades se enquadravam no limite máximo do pacote, de R$ 130 mil. Agora, a companhia pretende atender as famílias com renda de até dez salários mínimos, público que se enquadra no pacote. O foco, porém, será o miolo de três a seis salários mínimos – que devem responder por cerca de 60% a 70% do negócio e onde governo chega a subsidiar até R$ 23 mil. A empresa pretende dedicar 10% do novo negócio ao segmento de zero a três salários mínimos, que responde por 60% do pacote. Nessa faixa, o imposto cai de 7% para 1% e o comprador do imóvel é o governo e não o cliente final, dispensando a necessidade de gastos comerciais e marketing. Mas os preços são estipulados pelo governo e variam de R$ 37 mil a R$ 52 mil dependendo da região. Segundo Rodrigo Martins, diretor do segmento econômico, a Rossi deve usar parte de duas áreas que possui no Distrito Federal e em Canoas (RS) para destinar às famílias de até três salários. “Nunca exploramos esse nicho porque o risco era grande. Agora que a Caixa Econômica Federal e o governo estão assumindo o risco, não há porque não entrar”, diz Cássio Audi, diretor de relações com investidores. “Se o terreno for barato e houver um controle rígido de custos, do processo de suprimentos e do método construtivo, dá para atuar”, completa Martins. Com a Rossi Ideal, a meta da companhia é lançar 15 mil unidades este ano e 20 mil em 2010. Rossi começou o ano trabalhando com três diferentes cenários: Conservador, moderado e otimista. “Depois de abril, passamos ao cenário moderado, cuja previsão é manter o tamanho da empresa igual ao ano passado”, diz Audi. Em 2008, a companhia lançou R$ 2 bilhões. Considerando-se que pretende lançar 15 mil unidades a um preço médio de R$ 90 mil, a baixa renda pode representar R$ 1,35 bilhão. Seria 67,5% de R$ 2 bilhões, caso a companhia repita o desempenho do ano passado. A Rossi divulgou que o segmento econômico responderá por, no mínimo, 50% do negócio, mas no primeiro trimestre, antes mesmo do pacote, já atingiu 68%. Não era ainda exatamente um produto para baixa renda. Do banco de terrenos da companhia, que soma R$ 20,3 bilhões, 41% ou R$ 8,3 bilhões estão no segmento econômico. “Mas estamos em busca de novos terrenos”, afirma Martins. Entre as companhias de capital aberto, várias estão cedendo ao apelo da baixa renda por um único motivo: é nesse segmento que está concentrada a retomada imobiliária. A Cyrela transformou a marca Living em nova empresa. “O mercado, hoje, é muito diferente de três meses atrás. O comprador está pró-ativo”, diz Audi. (Fonte: Valor Econômico/Vida Imobiliária) 29/05/2009-

Publicado em: on Maio 28, 2009 at 6:21 pm Deixe um comentário

Com mais dinheiro disponível, baixa renda muda hábitos de consumo

Casas Baixa Renda

Nos últimos anos, 22 milhões de pessoas subiram um degrau dessa pirâmide, o que fez com que também aumentasse o contingente de consumidores. Com a mudança no bolso, os hábitos de consumo dessa parcela da população mudaram, e muito. “Esse consumidor quer consumir mais e melhor”. As constatações são do publicitário André Torretta, especialista em marketing direcionado aos consumidores de baixa renda. Ele acredita que, com o aumento da renda, essa parcela da população está cada vez mais exigente e não aceita qualquer produto ou serviço. De acordo com o último levantamento da FGV, 53,8% da população do país pertence às classes de baixa renda.
“Então, você tem que olhar que as necessidades deles são diferentes daquelas das classes mais altas”, afirma Torretta. Essas necessidades realmente mudaram e o publicitário acredita que continuarão mudando, “a cada mudança positiva no PIB (Produto Interno Bruto)”. Apesar de ser difícil traçar um perfil de consumo específico, o publicitário consegue identicar pontos comuns a esses consumidores. Agora, com todas essas mudanças, eles querem investir em educação e adquirir a casa própria. Torretta conta que, há alguns anos, o automóvel era o sonho de consumo desse consumidor. Com a facilidade de crédito, a concretização desse desejo ficou mais fácil. Agora, o que a baixa renda quer é sair do aluguel. “Com o programa do Governo [Minha Casa, Minha Vida] talvez ele consiga”. (fonte Vida Imobiliária 28/05/2009)

Brasil volta a ser o paraíso dos investimentos estrangeiros, diz ‘El País’

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O Brasil voltou a ser “o paraíso dos investidores estrangeiros”, segundo afirma reportagem publicada nesta quinta-feira pelo diário espanhol “El País” em sua versão online. “Apesar da crise financeira mundial, os investimentos que chegaram de fora do país duplicaram em abril. Os analistas econômicos opinam que, depois de um primeiro trimestre incerto, os investidores estrangeiros estão devolvendo a confiança ao Brasil”, diz o jornal. Segundo a reportagem, o fato tem duas explicações. A primeira, que a crise mundial afetou apenas “ligeiramente” o Brasil, e o país poderá crescer em 2010 de 4% a 5%, segundo o ministro (da Fazenda) Guido Mantega”.
Em segundo lugar, os juros, que já baixaram a 10,25% e podem chegar a 9% até o final do ano, continuam entre os maiores do mundo e “seguem sendo apetitosos para os investidores”. O jornal observa que a não ser que haja uma forte retirada de recursos nos últimos dias do mês, o resultado dos investimentos estrangeiros em maio deverá ser o melhor desde abril do ano passado. Apesar dos números positivos em relação aos investimentos, a reportagem comenta que eles trazem ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a preocupação com a valorização do real por conta da forte entrada de recursos no país. A situação econômica do Brasil e os efeitos da crise mundial também foram tema de um artigo de opinião publicado nesta quinta-feira pelo diário britânico “The Times”. O colunista econômico Anatole Kaletsky, após visitas à África do Sul e ao Brasil, diz que os dois países, apesar de atingidos fortemente pela crise, “parecem mais fortalecidos do que deprimidos pela experiência”. “A notável resistência dessas economias e a confiança de suas comunidades empresariais, de sua mídia e de seus mercados financeiros, em contraste com a melancolia apocalíptica na Grã-Bretanha, Europa e Estados Unidos, destaca as três transformações que esta crise trouxeram à tona”, diz o colunista. A primeira transformação, segundo ele, é a emergência da classe média nos países desenvolvidos como principal motor do crescimento econômico global nas próximas décadas. Ele observa que os cálculos do FMI indicam que as economias emergentes contribuirão com 100% do crescimento global até 2010, e pelo menos 70% nos cinco anos seguintes. A segunda transformação, de acordo com Kaletsky, é “a habilidade das economias emergentes de determinar seus próprios destinos, independentemente do sucesso ou do fracasso das políticas econômicas dos Estados Unidos ou da Europa”. “Apesar de as economias emergentes não terem conseguido se isolar completamente da crise global, elas conseguiram finalmente refutar o clichê de que quando os Estados Unidos espirram, o mundo pega pneumonia”, diz o artigo. A terceira mudança, segundo o colunista, é a transformação política e social provocada pelo crescimento da classe média, com o fortalecimento de democracias de livre-mercado plurais e liberais. (fonte Vida Imobiliária 28/05/2009)

Edifício Residencial Costa Rica

Perspectiva Fachada Residencial Costa Rica

Perspectiva Fachada Residencial Costa Rica

Estamos comercializando o Edifício Residencial Costa Rica, localizado na Rua 15 de Novembro, 299, próximo ao Hospital São Vicente. Trata-se de um Empreendimento com duas unidades de apartamentos por andar, com tres e dois dormitórios, sendo um suíte, sacada com churrasqueira, com opção de uma ou duas vagas de garagens.
O Edifício conta com Salão de Festas, medidores de consumo individual de gás e água; canalização para água quente, esquadrias em aluminio anodizado com persianas nos dormitórios.

Maiores informações com o Corretor de Imóveis Luiz Alberto Fortes, celular 54 9981 2649