Confira Projeto Condominio Ponta da Figueira Marina

Projeção Ponta da Figueira Marina

Projeção Ponta da Figueira Marina

- A área total é 718 mil metros quadrados, com 305 lotes de, no mínimo, 600 metros quadrados, com valores a partir de R$ 290 mil
- Previstos 8,5 quilômetros de canais navegáveis, sendo 2,5 quilômetros internos de uso exclusivo do condomínio, com largura de até 50 metros
- Calado mínimo de dois metros para barcos, lanchas e veleiros de até 55 pés. Quem adquirir um lote molhado (com acesso direto a canal) poderá deixar seu barco no pátio de casa
- O empreendimento terá a maior marina particular do Estado, comportando em torno de 180 embarcações
- Na área de lazer, além dos canais navegáveis, está prevista praia artificial com 110 metros de comprimento e piscina de 1,1 mil metros quadrados com fundo de areia e borda infinita debruçada no Guaíba
- O condomínio deixará 235 mil metros quadrados de área para preservação permanente
- O empreendimento terá 22,5 mil metros quadrados de praças no seu interior e quatro quilômetros de ruas, sendo que todas as redes, incluindo a elétrica, serão subterrâneas
- A infraestrutura indoor contará com brinquedoteca, salão de jogos, lounge com bar, restaurante, sauna seca e úmida, spa, piscina coberta com raia semi olímpica, boate, salão de festas, fitness, área de ginástica, estética, office e loja de conveniência
- A área outdoor terá quadras de tênis cobertas e aberta, padle, cancha de futebol e poliesportiva, pista de skate, bocha, quiosques para churrasco e salão de festas infantil. Playgrounds para crianças estarão espalhados pelas praças do empreendimento

Publicado em:  on Outubro 26, 2009 at 6:49 pm Deixe um comentário

Condomínio terá canais no Guaíba

Por do Sol no Guaíba

Por do Sol no Guaíba

Melnick Even e Takaoka lançam o Ponta da Figueira, com marina particular e praia artificial.
Interpretando o sonho de viver em integração com o Guaíba, a Melnick Even e a Takaoka trazem um conceito inédito de moradia para terras gaúchas.

Inspirado em charmosos empreendimentos americanos e europeus, o luxuoso condomínio Ponta da Figueira Marina terá em seus 718 mil metros quadrados canais navegáveis, praia artificial e piscina com fundo de areia, além da maior marina particular do Estado.

Situado em Eldorado do Sul, o megaprojeto acompanha a tendência mundial de bairros residenciais planejados. Banhado pelas águas do Guaíba e com vista majestosa de Porto Alegre, o empreendimento deve dar o pontapé inicial para um novo eixo de crescimento da região. O lançamento oficial está marcado para dezembro e, diante da procura inicial já constatada, a expectativa é de que todos os lotes sejam negociados em até 60 dias.

– Atravessamos o Guaíba para preencher uma lacuna existente no mercado. Queremos atender quem procura um contato maior com o rio e busca uma melhor qualidade de vida, com segurança e lazer – diz o diretor da Melnick Even, Juliano Melnick.

Depois de sete anos de espera para ser aprovado, o Ponta da Figueira Marina começa a sair papel em março de 2010. Com previsão de entrega em 24 meses, o empreendimento tem valor geral de vendas de R$ 150 milhões e deve movimentar mais R$ 150 milhões na construção das residências.

Execução da obra deverá gerar 300 vagas diretas:

O investimento na infraestrutura gira em torno de R$ 60 milhões e serão aplicados outros R$ 3 milhões em benefícios ambientais. A expectativa é de gerar cerca de 300 empregos diretos e 750 indiretos na fase de obra. Após a implantação, são projetados 350 empregos diretos e 900 indiretos. O empreendimento deverá contribuir com mais de R$ 5 milhões em impostos para o município durante a obra.

Fonte Zh 16/10/09

Condominios Lançados no Litoral Gaúcho

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Mercado imobiliário / Zero Hora
Férias 2009
ATLÂNTIDA ILHAS PARK Com 155 lotes ao custo médio de R$ 300 mil, ainda há 10 terrenos à venda. O lugar oferece mirantes para os lagos.
ATLÂNTIDA LAGOS PARK Lançado em 1997, foi o primeiro condomínio de terrenos no Litoral Norte. Os 344 lotes foram negociados por cerca de R$ 36 mil.
BOSQUES DE ATLÂNTIDA Com 202 lotes, foi lançado no mercado em 2006 e entregue no ano seguinte, todo comercializado. Têm trilhas para caminhadas. O preço dos lotes foi em média de R$ 350 mil.
CARMEL CONDOMÍNIO Com 78 lotes, 50% já vendidos. O preço dos lotes varia de R$ 200 mil a R$ 320 mil. É construído em meio a um bosque.
CASA HERMOSA Lançado este ano, terá 531 casas horizontais. O condomínio oferece paradouro à beira-mar. Cem casas foram colocadas à venda. As casas variam de R$ 129 mil a R$ 249 mil.
CELEBRATION CONDOMINIUM CLUB Pré-lançado nesta semana, o empreendimento terá 182 lotes, com o custo de R$ 190 mil a R$ 370 mil. Será o único com lagos na parte externa do condomínio.
ENSEADA LAGOS DE XANGRI-LÁ 565 lotes. Terrenos têm fundos com vista para lagos em média por R$ 250 mil.
GREEN VILLAGE Com 224 terrenos e custo médio de R$ 200 mil, o empreendimento foi 100% vendido. Têm quadras cobertas de tênis de saibro e grama.
LAS DUNAS Construído em 2004, o condomínio com 110 terrenos já foi todo vendido. Os preço dos lotes oscilaram de R$ 300 mil a R$ 700 mil.
LAS PALMAS Lançado em janeiro de 2007, com 329 lotes, o condomínio está 90% vendido. Na infraestrutura, tem quadra de tênis coberta. Custo médio por lote: R$ 80 mil.
LA PLAGE Construído em 2005, é um condomínio à beira-mar com 74 terrenos. Desse total, só nove ainda não foram vendidos. Com infraestrutura de clube, os lotes custam de R$ 283 mil a R$ 629 mil.
PACIFIC RESIDENCE CLUB Com 445 unidades, está 70% negociado. Têm cinema e piscina aquecida coberta. O preço varia de R$ 250 mil a R$ 380 mil.
PLAYA VISTA Lançado nesta semana, tem 114 lotes com preços que variam de R$ 400 mil a R$ 1 milhão. No pré-lançamento, 60% dos lotes foram vendidos.
PORTO CORONADO Lançado em 2002 com 200 terrenos, o empreendimento já foi negociado. O preço: R$ 200 mil.
QUINTAS DO LAGO Lançado em 2008 com 177 lotes, ao custo de R$ 146 mil a R$ 340 mil, 104 já foram vendidos. Tem quadra oficial de tênis.
RIVIERA XANGRI-LÁ Com 334 lotes. A primeira fase já foi 80% negociada. Os terrenos custam em média R$ 160 mil. Conta com espaço gourmet.
VENEZA CLUB Lançado em dezembro com 150 lotes, um terço vendido. Os terrenos têm frente para lagos. Preço médio: R$ 125 mil.
VENTURA CLUB Lançado em 2007 com 358 lotes, já está 97% vendido. Os terrenos são distantes um do outro e o preço médio é de R$ 140 mil.
VILLAGGIO ATLÂNTIDA Lançado na semana passada, o condomínio terá 149 lotes. O preço vai variar de R$ 175 mil a R$ 440 mil. Espaço para crianças com 150 metros quadrados.
XANGRI-LÁ VILLAS RESORT Lançado em 1995, foi o primeiro condomínio fechado de casas no litoral. As 377 casas terminaram de ser vendidas em 2002 com preços que variaram de R$ 200 mil a R$ 350 mil.

Publicado em:  on Fevereiro 2, 2009 at 11:49 am Comentários (2)

Condominios do Litoral: A vez da Classe Média

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VERÃO 2009/Zero Hora
A combinação de infraestrutura e segurança em condições acessíveis de pagamento está levando a classe média para dentro dos condomínios no Litoral Norte. Mantendo as atrações de lazer, incorporadoras já oferecem casas ao preço do custo médio de um terreno, cerca de R$ 130 mil. Mas o grande filão ainda é a venda de lotes prontos para construir, com valores que oscilam de R$ 40 mil a R$ 1 milhão.

Dentro do perfil dos novos compradores, estão profissionais liberais e famílias que tinham moradias no litoral e agora investem em uma nova modalidade de casa de praia. Desde o início de 2008, pelo menos nove condomínios foram lançados na região. Somados aos empreendimentos já existentes, são pelo menos 29 complexos de lotes e casas na costa gaúcha. A maior concentração fica em Xangri-lá, onde estão 20 deles.

Quem comemora a convergência é o secretário de Administração e Finanças do município, Marco Aurélio Prestes. Só um condomínio responde por 10% da receita do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) do município, que é de cerca de R$ 10 milhões por ano na cidade.

– Em cinco anos a nossa arrecadação (de IPTU) deve dobrar, chegar a R$ 20 milhões – estima Prestes.

Desde 2002 neste mercado, Jaime Báril, diretor comercial da Báril Produtos Imobiliários, percebeu há três anos o filão da venda de casas em condomínios. Enxergou o interesse da classe média, que não quer e tampouco tem tempo para se dedicar a uma obra, ainda mais distante da cidade onde mora. Báril, na verdade, retornou ao modelo inicial.

Em 1995, o empreendedor Elmar Ricardo Wagner, presidente do Grupo Capão Novo, colocou no mercado o primeiro condomínio fechado do litoral, o Xangri-lá Villas Resort, um complexo de casas em Xangri-lá. Como as vendas se estenderam até 2002, Wagner foi atrás das respostas. Descobriu que aos clientes não agradava a ideia de terem uma casa igual ao do vizinho. Decidiu investir na estrutura coletiva e vender apenas os terrenos. Acertou a mão. Somadas as unidades dos 29 condomínios lançados nos últimos 14 anos, chega-se a mais de 7,7 mil unidades. Ao pioneiro impressiona a rápida valorização dos imóveis.

– O índice de valorização chega a ser irreal, mas é a lei da oferta e da procura. Já teve terreno comprado por R$ 36 mil e revendido por R$ 500 mil – afirma.

dionara.melo@zehora.com.br

Condominios no Litoral: Férias como Antigamente

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As experiências se multiplicam. Em um condomínio com uma raia de esqui aquático, com professor à disposição, a atração da semana entre a gurizada foi o enterro de um passarinho. Sensibilizadas com o animal encontrado morto, as crianças da vizinhança em Atlântida se mobilizaram. Conseguiram uma caixa de sapatos, chamaram os adultos e o enterraram no jardim. De pés descalços, a empresária Sheyla Ciancio ajudava o filho Marcelo, nove anos, e as sobrinhas Júlia Nunes, cinco anos, e Bruna, oito anos, na tarefa.

– Onde mais a gente ia fazer o enterro de um passarinho? Nem precisa organizar programas, as coisas acontecem – resume Sheyla, que somente na sexta-feira tinha dois convites para jantar em vizinhos.

O estilo de vida interiorano também conquistou a prima Victoria Nahon, 12 anos. Morando em Brasília e acostumada a passar o mês de janeiro nas areias cariocas do Leblon, onde moram os avós, experimentou a temporada em um condomínio do litoral gaúcho. Se tivesse de escolher entre os dois, não tem dúvida sobre qual seria seu favorito.

– Ah, prefiro aqui. A gente brinca, anda de bicicleta – conta a menina, que na semana passada quebrou um dedo pedalando pelas ruas que contornam os lagos artificiais.

Mais do que a academia, as piscinas, as quadras de vôlei à disposição, o que atrai a criançada é poder fazer qualquer coisa sem precisar da supervisão dos pais. Todo dia, saem sozinhas a desbravar os 40 hectares de área de bicicleta. À noite, as meninas organizam desfiles de moda, fazendo pose para os adultos.

A liberdade representa o sossego dos pais, que podem relaxar em saber onde andam os filhos. Às 17h de uma quinta-feira, em outro condomínio, a médica Eliana Gurski caminhava à procura da filha Daniela, de sete anos:

– Ela saiu às 11h.

O que seria motivo para desespero em qualquer praia movimentada, dentro dos muros é visto como reapropriação de liberdade.

– Aqui parece que a gente está no Interior, não tem perigo. Sei que ela está na casa de alguma coleguinha, mas nem sei qual – contou, descontraída, sabendo que a filha jamais passará dos portões vigiados.

leticia.duarte@zerohora.com.br

Como Vivem os Gaúchos Que Optaram Por Condominios Fechados

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VERÃO 2009
A vida na Ilha da Tranquilidade

Ao toque do proprietário no sensor que identifica impressões digitais, as cancelas se abrem para um novo tipo de veraneio, que seduz cada vez mais gaúchos. Detrás dos muros, crianças correm soltas e brincam em praias artificiais sob o olhar de salva-vidas particulares, casais dormem com as portas das casas destrancadas, uma Ferrari passeia com os vidros abertos e jovens jogam futebol em gramados idênticos aos dos melhores estádios.

Poderia ser em Miami ou em Punta Del Este, mas ilhas de sofisticação e tranquilidade como essa se expandem no litoral gaúcho: 14 anos depois do primeiro lançamento, já são 29 os condomínios fechados de alto padrão nos 80 quilômetros entre Imbé e Torres.

Quem viaja rumo às praias já percebeu a transformação da paisagem ao longo da Estrada do Mar. De antigas áreas de banhado ou areais emergiram casas luxuosas como capim das dunas. Mas só quem entra nesses complexos de dezenas de hectares consegue perceber a dimensão do fenômeno.
Amedrontados pela violência que os afugentou das casas de verão à beira-mar e atraídos pela infraestrutura similar à dos melhores clubes oferecida pelos condomínios, veranistas se dispõem a pagar de R$ 80 mil a R$ 1 milhão por um lote.

O perfil de quem optou por um novo tipo de veraneio é o de gente como o empresário do setor financeiro Ricardo Malcon, 58 anos, que há sete anos trocou as férias em Punta ou no apartamento em Torres por uma casa com cinco suítes em um empreendimentos de Atlântida. Em vez do voo de uma hora e 15 minutos até a praia uruguaia e da burocracia que fazia a viagem durar três horas e meia, hoje comemora a facilidade de chegar em 20 minutos, de helicóptero, ou em duas horas, de carro.

– Ir a Punta era uma novela. Aqui é pertinho e dá para deixar tudo na casa que não tem problema. Dá para aproveitar o ano inteiro. Venho só com a roupa do corpo – resume ele, que se orgulha de ter pés de limão, maracujá, uva e butiá no seu quintal praiano e de ter convencido dois amigos a engrossar a vizinhança.

Entre as casas sem grades, veranistas retomam hábitos perdidos no tempo. Gente que mal conhece o vizinho na Capital experimenta a sensação de morar numa vila onde todos se chamam pelo nome. Filhos que ficavam trancados em casa jogando videogame e só saíam acompanhados dos pais voltam a esfolar os joelhos andando de bicicleta sozinhos.

– Aqui a gente tem aquele verão de antigamente. Tenho de sair catando meu filho para ver em que casa ele está almoçando. Fomos passar o Réveillon em Punta e meu guri ficou reclamando, dizendo que queria voltar para cá – conta a empresária Sheyla Ciancio, 46 anos, de Porto Alegre.

Na portaria de um desses condomínios, em Atlântida, a identificação digital é apenas uma das estratégias previstas para a segurança.

Em busca dessa proteção, pessoas que até pouco tempo atrás torciam o nariz para o veraneio em condomínios, como a analista de sistemas Déborah Pilla Villela, 40 anos, acabam se rendendo. Cansada de ter a casa da praia em Atlântida arrombada durante o inverno, ela passa seu primeiro veraneio na casa recém-construída em um desses condomínios.

– Eu era daquela teoria de jamais ter casa em condomínio, pensava que não iria me adaptar. Mas é muita vantagem – argumenta, satisfeita por ver as filhas de cinco e oito anos desfrutando a liberdade protegida pelos muros.

ZERO HORA.com

Publicado em:  on Janeiro 31, 2009 at 8:30 pm Deixe um comentário

Condomínios Fechados Já Representam 15% das Vendas em P.Alegre

Cerca de 15% das vendas de Imóveis em Porto Alegre, envolve Condominios Fechados. São empreendimentos que atendem uma demanda de público que até então estava reprimida.

Há um perfil de Comprador que prefere Casa ao invés de Prédio, mas que não se sente seguro em morar em uma casa isolada.

Uma fatia considerável de Condominios Fechados estão sendo construídos na Grande Porto Alegre, ou seja em Municipios Vizinhos, como Alvorada, Viamão, Canoas e outras.

Publicado em:  on Agosto 1, 2008 at 11:20 pm Comentários (2)

A Vida em meio à Natureza

 

Os Condominios Fechados estão mudando a paisagem urbana da Grande Porto Alegre. Proporcionando grande infra-estrutura, contato com a natureza e segurança são uma alternativa para quem busca qualidade de Vida.

O Sucesso é muito grande. Os empreendimentos estão sendo comercializados rapidamente, surpreendendo as Construtoras e Incorporadoras. Desde o ano de 2000 já foram aprovados em torno de 750 Condominios só na Capital Gaúcha. Os Empreendedores constatam que havia uma demanda reprimida, e embora a oferta tenha crescido, a procura é ainda maior.

Fonte: Informe Comercial ZH dia 31 de julho de 2008.