Residencial Reserva do Bosque

Residencial Reserva do Bosque

Residencial Reserva do Bosque


Prédio com Fachada estilo Inglês, amplos recuos laterais e frontais, vaga para visitantes, portaria, câmeras e cerca elétrica, Brinquedoteca, Playground, Quiosques, Salão de festas e jogos, Espaço Gourmet, Fitness, Quadra poliesportiva, piscina adulta e infantil aquecida e caminhos internos arborizados, dentro de uma área de 7.200m2.

Tudo isso faz do Condominio Residencial Reserva do Bosque um lugar único para você e sua familia viver com qualidade de vida.

Com uma planta com quatro unidades de apartamentos por andar, de tres dormitórios com suite e duas demi-suítes, com opção de unificação de duas unidades, transformando em um amplo apartamento, além de disponibilizar a aquisição de até quatro unidades de vagas de garagem.

Maiores informações sobre o Residencial Reserva do Bosque com o corretor de Imóveis Luiz Alberto Fortes Creci rs 11831, 54 9958 0250 e 9981 2649

Residencial David Canabarro 100

Res David Canabarro

Res David Canabarro


A Incorporadora Serceza, está com o Lançamento de mais um empreendimento Imobiliário na área central de Passo Fundo. Trata-se do Residencial David Canabarro 100, localizado junto a Rua Gal David Canabarro e Gal Bento Gonçalves, a 200 metros da Praça Marechal Floriano.

O Empreendimento contará com tres unidades de apartamentos por andar, sendo de dois dormitórios com e sem suíte, com uma vaga de garagem com opção de adquirir com vaga dupla.

Todos os apartamentos com cozinha tipo americana, sacada componível com churrasqueira, esquadrias com persianas em aluminio anodizado, web space, água quente, e medidores individuais de consumo de água e gás.
Os investimentos podem ser em até 60 meses direto com o proprietário ou ainda pelo sistema financeiro da habitação em até 360 meses.

Maiores informações sobre condições de negociação com o corretor de imoveis Luiz Alberto Fortes Creci 1181 fones 54 9958 0250 e 9981 2649

Bella Cittá Torre Residencial

Bella Cittá Torre Residencial

Bella Cittá Torre Residencial


A Incorporadora Barra Três SBC, lança a Torre do Residencial Bella Cittá, que será edificada em cima do Bella Cittá Shopping.
O Empreendimento contará com seis unidades de apartamentos por andar, sendo de 3 dormitórios com suíte, dois dormitórios, sendo duas suítes, e de dois dormitórios sendo um suíte e lavabo.
Todos com sacada,churrasqueira e vaga de garagem.
O Edificio contará com medidores individuais de consumo de água e gás; canalização para água quente, áreas íntimas com pisos em laminado; áreas sociais com pisos em porcelanato; esquadrias e persianas em aluminio anodizado e Salão de Festas.
A torre terá ótima orientação solar e vista panorâmica em todas as unidades.
Os futuros proprietários terão o privilégio de desfrutar de toda a infraetrutura do Bella Cittá Shopping, maior centro de compras e lazer da região, que estará na porta de casa.
Uma proposta única, sendo uma ótima oportunidade de investimento.
Os investimentos podem ser com sinal de negócio de 30% e saldo em até 60 meses direto com proprietário.
Contatos podem ser feitos com o corretor de Imoveis Luiz Alberto Fortes/ Creci-Rs 11831, pelos fones 54 9958 0250 e 9981 2649

Vivenda das Palmeiras: Na Construmóveis 70% do lotes foram reservados

Vivenda das Palmeiras

Sucesso absoluto no pré-lançamento do Condominio Horizontal Fechado de lotes, Vivenda das Palmeiras, localizado na Estrada do Trigo, Junto a Universidade de Passo Fundo.

O Empreendimento da Formatec – Engenharia e Construção, no seu pré-lançamento foi sucesso nos oito dias na Construmóveis de Passo Fundo, com administração de Vendas da Bins Imóveis, foram reservados 70% dos lotes.

Composto de 149 Lotes de terrenos, o condominio contará com Pórtico de Entrada, sala de segurança e gravação de imagens; Sala de Administração do Condominio e vagas para estacionamento de visitantes.

Nas áreas de lazer haverá Salão de Festas, Sala de Ginástica, Praça com Playground, Cancha de Bocha, Tênis e quadra de grama para futebol; Piscina adulto com deck e espaço infantil, Lago, Quiosques, além de ampla área de preservação ambiental.

O Condominio contará um amplo estatuto e regulamento interno das formas de administração e construtivas.

Alguma Unidades ainda disponíveis. A forma de investimento é de 20% de sinal de negócio e o saldo em até 48 meses, direto com Incorporador.

Informações: Luiz Alberto Fortes / Creci 11831 = 54 9981 2649

Publicado em: on Outubro 7, 2009 at 7:11 pm Deixe um comentário

Viável e lucrativa: uma visão sobre a construção sustentável

Beija Flor

Beija Flor

Em artigo, consultor de Desenvolvimento Urbano da Ademi/RJ defende os “prédios verdes”.

David Cardeman*

30/09/2009, Rio de Janeiro, RJ – Nosso ponto de partida: existem no Brasil 119 projetos de edifícios pleiteando certificados de sustentáveis. No Rio são apenas 13, e comerciais em sua grande maioria. Do ponto de vista do número de empreendimentos, o impacto da certificação é pequeno e não responde na mesma proporção dos efeitos da construção civil no meio ambiente. De acordo com o Green Building Council (GBC) Brasil, a construção civil responde por um terço das emissões gases que contribuem pro aquecimento global no mundo.

Mercado dos verdes no Rio de Janeiro: Mesmo assim, já é possível observar alguma tendência na expansão desses empreendimentos. Os prédios verdes podem ser uma aposta para o mercado imobiliário do Rio. Os cariocas, em geral, têm um engajamento político e ecológico expressivo, até por morar numa cidade que tem belezas naturais a perder de vista. Isso se refletirá, em alguns anos, em hábitos de consumo mais sustentáveis.

Ecologia e Economia: A sustentabilidade tem relação direta com a economia, mas essa relação ainda é obscura para os consumidores. Em geral, tende-se a pensar que um prédio verde é muito caro. Mas o fato é que o encarecimento só existe na construção, que pode custar apenas de 5% a 10% a mais que o valor de um prédio sem qualidades sustentáveis.

Isso varia de acordo com o grau de sofisticação. Placas solares, por exemplo são mais caras que o telhado verde. Mas somente com a adoção de práticas sustentáveis de conservação e uso racional no setor da construção civil é possível reduzir entre 30% e 40% o consumo de energia e de água. Ou seja, há uma grande economia de custo de uso e operacional depois, o que reduz consideravelmente até o valor dos condomínios.

À primeira vista, essa relação entre construção civil, mercado imobiliário e conceitos de sustentabilidade não parece tão óbvia. Porém, a construção ecológica é viável, lucrativa e geradora de diferenciais de venda. Isso tudo é possível preservando o meio ambiente e a qualidade de vida, para geração de agora e a do futuro. Sem contar que a qualidade de ecológico de um imóvel já é (ou será?) diferencial de venda no mercado imobiliário.

Dados do GBC Brasil mostram que em dez anos um imóvel sustentável pode ter uma valorização 20% maior do que outros empreendimentos (convencionais) numa mesma região.

Cidade Sustentável e Qualidade Vida: Uma cidade com boa qualidade de vida e [Indice de Desenvolvimento Humano (IDH) alto não é necessariamente uma cidade sustentável. Já uma cidade sustentável implica boa qualidade de vida e desenvolvimento humano. Para (a cidade) alcançar o status de sustentável é imprescindível uma mudança cultural do poder público, da sociedade civil e das empresas privadas.

O que falta é uma visão sistêmica da sustentabilidade, com foco no setor da construção civil e suas interrelações com a indústria de materiais de construção, o setor financeiro, o governo e a sociedade civil.

O que falta para as empreitadas verdes deslancharem por aqui: Para os empreendimentos verdes deslancharem, duas coisas são necessárias: conscientização pública e mudança de cultura. Em geral, os empresários do setor já se mobilizam nesse sentido, mas faltam políticas públicas de incentivo a esse tipo de construção, que poderiam ocorrer a partir da redução das taxas de impostos para quem faz obras desse tipo.

*David Cardeman é arquiteto. Artigo originalmente publicado em: www.ademi.webtexto.com.br

Lançamento Residencial Luiz Henrique

Residencial Luiz Henrique

Residencial Luiz Henrique

Para quem procura imóvel com financiamento pela Caixa Econômica Federal, estamos com o lançamento do “Residencial Luiz Henrique”, localizado na Villa Annes, na Rua Eduardo de Brito,333, próximo ao Zaffari Vergueiro.

Serão 44 apartamentos, sendo seis unidades por andar. Apartamentos de 2 dormitórios sendo um suíte e de um dormitório. Todos com sacada, churrasqueira, opção de vaga de garagem, tubulação para água quente e medidores individuais de consumo de água e gás.

Previsão de entrega das unidades para o mes de dezembro de 2012.

Fazem parte do pagamento FGTS e saldo pode ser financiado pela Caixa em até 240 meses.

Maiores informações com o corretor de Imóveis Luiz Alberto Fortes / Creci – 11.831 = cel 54 9981 2649

Quem consegue resistir à ampla área de lazer?

Residencial Lugano

Residencial Lugano


Empreendimentos recem lançados em Passo Fundo previligiam áreas de lazer e convivência entre condôminos.

Os Projetos reunem sala de fitnes, Gazebo, espaço gourmet, piscina aquecida, salão de festas e amplas áreas de lazer, decoradas e mobiliadas pelos empreendedores.

O modelo é sucesso de vendas e valorização imobiliária em grandes centros e agora chega a Passo Fundo.

A Construtora Gobbi lançou o “Residencial Lugano”, na rua Capitão eleutério, entre as ruas Uruguai e Lava Pés que segue este conceito, sendo também o primeiro empreendimento dentro das novas formas do Plano Diretor, obedecendo recuos frontais e laterais, ficando todas as unidades do Projeto com uma ótima ensolação.

A Construtora Investiplan, está em fase de acabamento do “Residencial Maison France”, na esquina das Ruas 10 de abril e Paissandú, previligiando também este conceito.

Estes empreendimentos contam ainda com sistema de canalização para Splitz, Tv a cabo, água quente e medidores individuais de consumo de água e gás, fazendo com que o proprietário pague uma taxa condominial de acordo com o seu consumo.

Maiores informações sobre valores de investimentos com a Fortes Imóveis, 54 9981 2649 / 9958 0250.

FGTS: Como usar o dinheiro na compra da casa própria

Maison France

Maison France


FGTS é uma grande ajuda para realizar esse sonho da casa própria (Foto: Divulgação)

Rio de Janeiro – O sonho da casa própria é quase uma unanimidade entre os brasileiros. E o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é uma grande ajuda para realizar esse sonho. Os trabalhadores podem usar o saldo do FGTS para a entrada, abatimento do saldo devedor e quitação do imóvel, reduzindo assim a exigência de recursos próprios que precisam desembolsar.

E é cada vez maior a procura por esses recursos para a aquisição da casa própria. Segundo dados da Caixa divulgados recentemente, o montante de saques do FGTS de mutuários tem crescido nos últimos quatro anos.

Em 2005, R$ 312 milhões saíram das contas do Fundo para amortizar ou quitar a casa própria. Em 2008, o valor foi mais do que duas vezes maior, de R$ 639 milhões. Este ano, apenas até julho, os saques chegaram a R$ 482 milhões. E a projeção é que as retiradas cheguem a cerca de R$ 800 milhões até o fim do ano.

A maior exigência para o trabalhador usar os recursos do FGTS na compra da casa própria é que aquele seja o único imóvel e tenha valor máximo de R$ 500 mil. O valor é determinado por uma avaliação da Caixa (no caso de financiamento pela Caixa) ou de outro agente financeiro (no caso de o trabalhador escolher outro banco para o financiamento imobiliário).

O valor máximo do financiamento é de 90% do valor do imóvel. É necessário ainda que o trabalhador tenha feito pelo menos 36 contribuições mensais ao FGTS, consecutivas ou não.

Os recursos do saldo do FGTS podem ser usados em todas as linhas de crédito enquadradas no Sistema Financiamento de Habitação (SFH).

Nas linhas de fora do SFH, como em contratos regidos pelo Sistema Financeiro Imobilário (SFI), a utilização só é permitida para dar entrada. Nos consórcios de imóveis, o saldo do fundo poderá ser usado como lance. Em todos os casos, será necessário cumprir as demais condições previstas nas regras do FGTS, como limite de valor e se tratar do único imóvel da pessoa.

Existem três opções para usar os recursos: à vista (nesse caso, se respeitado o limite de R$ 500 mil, o saldo retirado pode equivaler ao valor total do imóvel), além de financiamento habitacional pela Caixa Econômica Federal, gestora do FGTS, ou por outro banco.
Se a compra do imóvel for à vista, o trabalhador deve procurar a Caixa para fazer a intermediação da operação. O valor cobrado é de R$ 1 mil, sendo R$ 250 na avaliação do negócio e R$ 750 na assinatura da escritura do imóvel.

Caso a operação seja financiada por outro agente financeiro, ele será o responsável por receber a solicitação do saque do FGTS para a casa própria e cumprir as exigências para o uso dos recursos.
Quem optar pelo financiamento na Caixa deve procurar uma agência do banco para fazer a solicitação do crédito. O prazo para a aprovação da operação é de 30 dias, considerando que todos os documentos exigidos tenham sido entregues.

AJUDA TAMBÉM NA AMORTIZAÇÃO – Além de ser usado na aquisição do imóvel próprio, o saldo do FGTS também pode ser usado na amortização (redução do saldo devedor), na quitação ou no pagamento de parcelas do financiamento imobiliário.
É preciso respeitar um prazo mínimo de dois anos entre cada amortização de saldo devedor, ou entre a amortização e a quitação, para o uso do recurso do FGTS. Não existe mais, no entanto, um valor mínimo para a amortização.

A outra alternativa de uso dos recursos de FGTS é o pagamento das parcelas do financiamento imobiliário. O mutuário pode fechar um contrato para usar uma parte do saldo para pagar até 80% do valor da parcela por um período de 12 meses. Nesse caso, no entanto, não há amortização do saldo devedor. O dinheiro do FGTS será usado para dar um desconto no valor do compromisso mensal. Esse contrato pode ser renovado a cada 12 meses.
FONTE GLOBO.COM / 22/09/2009

Publicado em: on Setembro 22, 2009 at 10:20 pm Deixe um comentário

Apartamentos de dois quartos têm alta no valor do aluguel


A falta de imóveis com dois quartos fez o preço dos imóveis aumentarem. É bom para quem tem um imóvel de dois quartos para alugar
ANDERSON CARVALHO (redacao.vocesa@abril.com.br) 10/09/2009
Crédito: André Valentin
Se você tem um apartamento de um ou dois quartos e não mora nele, saiba que está perdendo dinheiro. A demora para conseguir alugar um imóvel com essas características é de pelo menos quatro meses. Além disso, como há muito mais interessados do que imóveis disponíveis, o valor do aluguel dos apartamentos subiu 1,2% apenas em julho, bem acima do 0,43% registrado pelo Índice Geral de Preços ao Consumidor-Mercado (IGP-M), que serve de referência para o reajuste do valor da locação. De janeiro a maio, a locação de imóveis de até dois quartos aumentou 102% em São Paulo. “A lista de espera para alugar imóveis nesse padrão ultrapassa 2 000 pessoas”, diz Roseli Hernandes, gerente de locação e vendas da Lello Imóveis, em São Paulo.

O interesse nos imóveis pequenos aumentou por dois motivos. Com o crescimento da renda dos brasileiros e as facilidades para conseguir crédito imobiliário, as incorporadoras decidiram investir na construção de apartamentos com três e quatro quartos. Resultado: há menos imóveis pequenos disponíveis no mercado para alugar. Além disso, como fi cou mais fácil conseguir um empréstimo para comprar a primeira casa própria, os pequenos imóveis que existiam foram comprados. É a lei da oferta e da procura. Quanto mais pessoas procuram por um determinado imóvel e quanto mais difícil é encontrá-lo no mercado, mais ele será valorizado. É o que está acontecendo agora no setor imobiliário nacional.

Se você tem um imóvel mobiliado pode ganhar ainda mais dinheiro. O valor do aluguel pode ser até 20% mais alto em comparação com os outros imóveis, segundo um levantamento da imobiliária Lello. “A procura por imóveis mobiliados já subiu 10% no primeiro semestre deste ano, quando comparado com o mesmo período de 2008”, diz Roseli, da Lello. O público que prefere os apartamentos com móveis são universitários e executivos que vêm trabalhar na região metropolitana. Mas, se seu imóvel não tem móveis, não vale a pena gastar dinheiro para mobiliá-lo. Se você está na fi la para alugar um imóvel com até dois quartos fi que tranquilo. Diante da enorme procura por eles, as incorporadoras decidiram investir no segmento. A previsão do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi- SP) é que até o fi m do ano sejam lançadas 32 000 unidades no município de São Paulo. É urgente aumentar o número de imóveis de até dois quartos no país.

De janeiro a junho de 2009, em São Paulo, foram lançadas apenas 346 unidades com um quarto, mas a demanda chegou a 586 unidades. Já o lançamento de novos imóveis chegou a 4 000 unidades e a procura foi de 6 000 imóveis. A situação já foi muito diferente no ano passado, quando sobravam imóveis com essas características. Em 2008, foram colocados no mercado 951 apartamentos com um quarto e foram vendidos apenas 566 deles. “Dos 270 imóveis com até dois quartos lançados na cidade de São Paulo desde janeiro, 90% já foram vendidos”, diz Cyro Naufel, diretor de atendimento da Lopes, em São Paulo.

Persistência certeira:
Depois de um mês e meio de muita determinação, persistência e seis visitas a imóveis, o advogado Ricardo Alves, de 36 anos, sócio do escritório de advocacia Fragata e Antunes Advogados, no Rio de Janeiro, finalmente encontrou um apartamento de dois quartos para alugar na zona sul da cidade. “Como no Rio as imobiliárias têm mais interesse em vender do que em alugar, tive de procurar quase por conta própria”, diz. A disputa pelos imóveis era tão grande que, quando Ricardo encontrava um apartamento e decidia visitá-lo, descobria que outro interessado havia alugado o imóvel poucas horas antes. “Só consegui alugar meu apartamento porque me antecipei a todas as visitas do dia. O proprietário já tinha fechado a agenda de visitas e a primeira seria às 9 horas da manhã. Eu cheguei às 8 horas e, como fui o primeiro a ver o apartamento, consegui alugá-lo”, diz.

Fonte: Voce s/a

Publicado em: on Setembro 17, 2009 at 1:25 pm Deixe um comentário

Construtoras investem em empreendimentos que preservem as características da rua


Rio de Janeiro – A arquitetura revela a alma da cidade. Nas fachadas, portas e janelas são guardadas histórias do cotidiano das ruas. As antigas construções do Rio de Janeiro contam parte de sua memória urbana enquanto convivem com prédios modernosos. Pena que sejam poucos os bens tombados. Por este motivo, hoje em dia, quando é prevista a construção de uma nova edificação, num recinto histórico da cidade, é comum o temor de testemunhar a perda de uma atmosfera que não poderá mais ser reproduzida. No entanto, há novos empreendimentos que, inseridos num contexto histórico, procuram integrar o projeto à preservação do patrimônio tombado. Exemplo disso são lançamentos da Calçada e da Concal.

No Renaissance, condomínio lançado recentemente na Tijuca, na vizinhança do colégio Batista Shepard e a Igreja Batista, a Calçada procurou desenvolver um projeto de arquitetura que tivesse a mesma linguagem destas construções tombadas. O edifício, destinado à classe A, terá um total de 56 apartamentos, com três ou quatro quartos. Segundo Danielle Riley, arquiteta responsável pelo projeto, a construtora optou por um projeto que se integrasse harmoniosamente à arquitetura da rua.

“Tivemos a preocupação de fazer um empreendimento moderno com o máximo de sete pavimentos, compatível com o gabarito desta área nobre do bairro. Adotamos um partido arquitetônico que procura se adequar e preservar a arquitetura já existente. Neste sentido, a fachada foi concebida com detalhes que remetem a uma linguagem neoclássica, com frontão, janelas e balcões com alguma coisa de romântico da época”, explica Danielle Riley
Com o bosque privativo, o condomínio traz um jardim tropical com plantas nativas da Mata Atlântica e espaços de lazer. Já em São Cristóvão, bairro que não recebia lançamento há 30 anos, a construtora Concal em parceria com a RJZ/Cyrela entregou o Paço Real, prédio com arquitetura que procura preservar e valorizar a atmosfera especial do lugar.

“O Paço Real é o primeiro edifício pronto de frente para a Quinta da Boa Vista. Normalmente, a empresa desenvolve prédios contemporâneos, com muito vidro e varandas balanceadas. Para serem inseridos nesta área histórica, optou-se por edifícios com fachadas neoclássicas. Para obter uma maior integração à paisagem local, reproduzimos, no alinhamento do terreno, o gradil da Quinta”, diz o diretor de Planejamento da Concal Sergio Conde Caldas.

Os demais lotes remanescentes nos fundos da Quinta da Boa Vista, antes ocupados por construções industriais fechadas, compondo uma atmosfera insegura, escura e murada, darão lugar aos novos edifícios da Quinta do Conde que vão trazer luz e mais vida à região. O empreendimento é da Concal com a MDL Realty.

“O projeto procurou valorizar a paisagem histórica e ambiental. Os lotes, nos fundos da Quinta, que tinham acesso somente por outras ruas, terão a entrada principal de pedestres pela Quinta da Boa Vista. O que era fundo virou frente. Os novos prédios têm 11 pavimentos com apartamentos de dois ou três quartos e banheiros com ventilação natural. Alguns imóveis têm closet. São voltados à classe média, famílias com filhos pequenos. Grande parte dos compradores é morador do próprio bairro”, finaliza Sergio Conde Caldas.
G1 / set/09