Gastou FGTS no Imóvel?? Saiba usar o Fundo de novo para pagar a Dívida !!


15_mhg_mor_prediookGastou FGTS no imóvel?
Saiba usar o fundo de novo para pagar a dívida.
Dinheiro pode ser usado mais de uma vez no mesmo imóvel.
É possível pagar parcelas, reduzir ou quitar saldo devedor do financiamento.

O aviador João Bolte usou o FGTS para abater parcelas do financiamento. Usar o dinheiro do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para dar entrada na compra do primeiro imóvel é prática popular no mercado de crédito imobiliário brasileiro. Dados da Caixa Econômica Federal mostram que em 2010, até agosto, foram 654.689 saques do FGTS para aplicação em moradia, um total de R$ 4,631 bilhões.

Recurso menos conhecido, de acordo com a Caixa, é a possibilidade de usar o dinheiro do fundo também para quitar parcelas (atrasadas, inclusive) ou reduzir o saldo devedor do financiamento do mesmo imóvel mais de uma vez, desde que haja saldo disponível – mesmo que o FGTS já tenha sido usado na entrada.

São duas opções:
usar o dinheiro para diminuir o saldo devedor ou quitar parcelas do financiamento.
“Tem muita gente que desconhece essa opção e acaba se endividando mais ou perdendo o imóvel por falta de informação”, diz Marcelo Augusto Luz, presidente da Associação Nacional dos Mutuários, que orienta proprietários de imóveis que enfrentam dificuldades ou dúvidas no financiamento.

Na associação, segundo ele, 300 ações judiciais em 2009 terminaram em acordos de pagamento de dívida imobiliária com dinheiro do FGTS dos devedores.

Reduzir saldo devedor ou pagar parcelas.

São duas opções:
= usar o dinheiro para diminuir ou quitar o saldo devedor ou apenas pagar parcelas do financiamento.
Para Luz, da ANM, a melhor alternativa é aproveitar a oportunidade para negociar a redução do saldo ou até quitar de vez a dívida, o que resultará em juros menores para o consumidor.

“Usar o FGTS só para pagar parcelas é gastar uma reserva importante para resolver um problema apenas parcialmente”, diz Luz.

Para reduzir o total devido, é preciso esperar dois anos desde a última utilização do FGTS.O aviador João Bolte, 55 anos, usou o FGTS por cinco anos para abater cerca de 80% das prestações do financiamento de sua casa em Arujá (SP), que comprou em 1989, atraído pelas parcelas que ficaram leves no orçamento. Se fosse hoje, faria diferente.
“Eu não sabia que durante o período do financiamento eu poderia amortizar o saldo do financiamento, teria sido mais interessante. Acabei pagando 20 anos religiosamente em dia e ainda sobrou um saldo absurdo, porque meu contrato era corrigido pela equivalência salarial”, diz Bolte.

Diante do susto com a dívida gigantesca que ficou pendente, ele recorreu mais uma vez ao FGTS em 2010 para fechar um acordo com o banco: usou R$ 75 mil do fundo mais R$ 10 mil de suas economias para se livrar do imbróglio.

Depois da experiência, ele diz que o melhor é se informar antes de tomar qualquer decisão relacionada ao financiamento de um imóvel. “Melhor é procurar antes para ter assessoria jurídica de quem entende do assunto”, garante.

Quem pode usar:
Há regras: para aplicar o FGTS na redução da dívida total do financiamento, é preciso estar com as prestações em dia, ter saldo na conta vinculada ao fundo e esperar um intervalo mínimo de dois anos desde a última utilização do fundo para a casa própria até a nova solicitação, de acordo com a Caixa.

Até três parcelas atrasadas podem ser abatidas com o FGTSJá para quem quer usar o dinheiro apenas para pagar parcelas pontuais, que não surtirão efeito no montante devido ao banco, o FGTS pode ser utilizado para abater até 80% do valor das prestações, em 12 parcelas mensais e consecutivas.

Essa modalidade de uso do FGTS pode ser repetida outras vezes, desde que haja saldo no fundo e que o cotista aguarde o término da operação anterior.

Podem ser abatidas no pagamento parte de até três prestações em atraso. Além disso, o valor a ser movimentado não pode ultrapassar 80% do somatório das 12 cotas.

Na opinião do consultor em finanças Alexandre Lignos, da IGF, quitar parcelas com o saldo do fundo pode ser alternativa saudável para quem está no cheque especial por causa do “carnê” da casa própria, porque a rentabilidade do FGTS é baixíssima e o custo do juro do banco, astronômico.

“Se você entrar dez dias no cheque especial já é o juro que o FGTS demora um ano para te pagar”, afirma Lignos, que ressalta, no entanto, que renegociar a dívida total é mais recomendável.

Condições para uso do FGTS Quem pode usar:
-proprietário de imóvel residencial concedido pelo Sistema Financeiro da Habitação (SFH)
Condições:
-ter pelo menos 3 anos de contribuição ao FGTS
-ser titular ou coobrigado no contrato de financiamento
– ter saldo suficiente na conta vinculada do FGTS
– não ter outro imóvei residencial que impeça o uso dos recursos do fundo
– ter o contrato de financiamento registrado em nome do titular e coobrigados

Para amortizar o saldo devedor:
– estar com as prestações em dia
– é preciso intervalo mínimo de 2 anos entre as utilizações do fundo
Para liquidar
o saldo devedor: – é preciso intervalo mínimo de 2 anos entre as utilizações do fundo
Para pagar parte do valor das prestações mensais:
– pode ser paga parte de até 3 prestações em atraso, acrescidas da quantidade de prestações a vencer, não ultrapassando 12 cotas
– os recursos são utilizados para pagamento de parte do valor da prestação em 12 parcelas mensais e consecutivas
– o FGTS pode ser utlizado pra abater até 80% do valor da prestação
– o valor a ser movimentado não deve passar de 80% da soma das 12 cotas

Fonte: Ligia Guimarães
Do G1, em São Paulo

” CORRETOR DE IMÓVEIS !!!  SEGURANÇA EM SUA NEGOCIAÇÃO IMOBILIÁRIA “

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Condomínios Horizontais com até seis unidades estão em alta. Construções STEEL FRAME é a Modernidade para Estes Empreendimento.


Terranova Santa Maria

Valores destes imóveis são menores do que as unidades isoladas, e condomínio têm baixo custo.
Entre os proprietários de terrenos há, inclusive, pequenos investidores que decidiram rentabilizar seu imóvel ou terreno, pois estes empreendimentos contam com uma boa rentabilidade de aluguéis.
São “unidades com dois ou três dormitórios de 60 a 75 m²” construídos. Podem ser construídos em pequenos terrenos.
Já o perfil dos compradores desses empreendimentos são pessoas que buscam se livrar de taxas altas de condomínio. “Esse tipo de imóvel não tem porteiro e o custo do condomínio é baixo: engloba a iluminação de áreas comuns e sistema de segurança, girando em R$ – 150,00.
Também despertando interesse por parte de investidores, pois os valores de investimento dão um bom retorno de aluguéis. “Ficam próximos aos valores de unidades de apartamentos de um dormitório e a receita de aluguel é próximo ao apartamento de dois dormitórios”.
Muitas vezes compostos por unidades geminadas. “Essas unidades custam de R$ 180 mil a R$ 260 mil. Geralmente o comprador não gosta de morar em apartamento e escolhe comprá-lo, pois ainda é mais acessível que os outros imóveis, que variam em torno de R$ 350.000,00 para um apartamento de dois quartos.
Ainda é possível encontrar terrenos para se construir apartir de três unidades até seis unidades.
Os tipos de construções também variam, podendo ser em estilos sobrados ou não, mas sempre com a tendência de geminados.

Hoje novas Tecnologias Construtivas como STEEL FRAME,estruturas em aço contraventados, moderna, térmica acústica, de fácil  e rápida  execução está sendo a grande alternativa para execução destes empreendimentos, devido ao seu baixo custo de manutenção devido a qualidade.

‘” CORRETOR DE IMÓVEIS !!!  QUAL É O SEU ?? “

Mudança no código civil aumenta responsabilidade dos corretores de imóveis


 

Corretor que não levantar e repassar todas as informações da transação estará sujeito a responder por danos causados.

A nova redação do artigo 723 do Código Civil (Lei 12.236/10) aumenta a responsabilidade do corretor nas negociações imobiliárias. Desde o dia 19 de maio de 2010, a redação do artigo passou a ser a seguinte:

“O corretor é obrigado a executar a mediação com diligência e prudência, e a prestar ao cliente, espontaneamente, todas as informações sobre o andamento do negócio. Parágrafo único: Sob pena de responder por perdas e danos, o corretor prestará ao cliente todos os esclarecimentos acerca da segurança ou do risco do negócio, das alterações de valores e de outros fatores que possam influir nos resultados da incumbência”.

Como era antes, no Código Civil de 2002:

“O corretor é obrigado a executar a mediação a mediação com a diligência e prudência que o negócio requer, prestando ao cliente, espontaneamente, todas as informações sobre o andamento dos negócios; deve, ainda, sob pena de responder por perdas e danos, prestar ao cliente todos os esclarecimentos que estiverem ao seu alcance, acerca da segurança ou risco do negócio, das alterações de valores e do mais que possa influir nos resultados da incumbência”.

Segundo José Geraldo Tardin, presidente do Ibedec (Instituto Brasileiro de Estudo e Defesa das Relações de Consumo), a redação anterior dava margem à interpretação de que o corretor só prestaria as informações do negócio se fosse solicitado, podendo omitir as que não fossem questionadas, sem responder por danos. “Agora, a nova redação do artigo 723 diz claramente que o corretor está obrigado a levantar e repassar todas as informações da transação para as partes envolvidas no negócio, sob pena de responder pelos danos causados”.

” VOCÊ TEM O SEU MÉDICO, DENTISTA, ADVOGADO.  CORRETOR DE IMÓVEIS !! QUAL É O SEU ???

Imóveis históricos em perfeita harmonia com edifícios modernos


Consulado da Bélgica / Curitiba

Imóveis históricos em perfeita harmonia com edifícios modernos.

Projetos no Centro de Curitiba aproveitam casarões antigos na concepção de prédios novos; benefício vem em forma de preservação histórica e valorização das construções

A configuração das grandes cidades tem exigido aliar o novo ao antigo para manter viva a história. E há quem já tenha vislumbrado o potencial dessa possibilidade. No Centro de Curitiba, por exemplo, edifícios altos se erguem ao lado de casarões tombados pelo Patrimônio, imprimindo um contraste visual que, em vez de apagar, destaca. E com vantagens mútuas. Para o novo, o histórico dá originalidade. Para o antigo, a novidade garante a preservação. “O Centro de Curitiba é guardião da maior parte das edificações históricas que enriquecem, dão vida e atuam de forma cronológica para a arquitetura, a história e a cultura da cidade”, afirma a gerente de Gestão de Projetos da Invespark Empreendimentos Imobiliários, Michelle Beber. A empresa possui dois projetos na região central que incluem imóveis históricos em sua concepção. De acordo com a arquiteta do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc) Ana Lúcia Pontes, Curitiba, nesse sentido, é uma capital peculiar, já que os loteamentos que abrigam imóveis históricos em geral são consideravelmente profundos ou largos – o que possibilita o aproveitamento do terreno para uma nova obra junto à edificação histórica. É característica rara nas cidades brasileiras. “Foi a primeira cidade do País a usar esse potencial e fomos também pioneiros em ter uma legislação específica sobre o assunto”, afirma. A Lei Municipal 6.337, de 1982, trata dos incentivos construtivos quando da preservação de imóveis históricos. E inclusive serviu de exemplo para o Estatuto das Cidades, de 2001, que incorporou algumas de suas prerrogativas. A arquiteta do Ippuc explica que os incentivos construtivos consistem em diversos parâmetros e liberações concedidos aos empreendedores em função da preservação do imóvel histórico. “E há também o incentivo fiscal, com a redução do IPTU”, complementa.
Fonte: Vida Imobiliária 11/05/2010

Loteamentos mudam de perfil e agora oferecem casas prontas


Condominio Vivenda das Palmeiras

Empresas especializadas no segmento fecham parcerias com incorporadoras.

As empresas de loteamento deram um passo à frente e entraram, definitivamente, no ramo da incorporação. Sem o apelo do financiamento – os bancos não atuam nesse segmento e os lotes são auto-financiados – elas partem para a diversificação do negócio: começam a vender também casas prontas e incorporam a amplitude do conceito dos bairros planejados. A estratégia começou na baixa renda por pura necessidade – sem crédito e, principalmente, subsídios, os loteamentos populares perderam a competitividade depois do Minha Casa, Minha Vida – e agora se estende a todos os padrões de projetos, inclusive alta renda.

Tradicional nas classes mais baixas, a Cipasa optou pelo que chama de consórcios imobiliários: entra com expertise da negociação e urbanização de grandes áreas e a incorporadora com a experiência em construção e em lidar com os bancos. Já está na segunda parceria com a Even. O primeiro foi em Campinas e o segundo em Canoas (RS).

A Alphaville Urbanismo, comprada pela Gafisa em 2006, está com dois projetos-piloto – na média e alta renda – e, a partir de agora, a maioria dos novos condomínios terá um bolsão para casas prontas. Até a Scopel (único investimento do private equity Carlyle no Brasil), que tinha resistência em aderir ao modelo híbrido, está perto de fechar parcerias com incorporadoras. “Estamos em negociação de venda de parte das áreas para outras empresas que possam verticalizar ou mesmo fazer casas prontas”, afirma Ciro Schmeil, diretor da Scopel.

De um lado, donas da principal matéria-prima do setor imobiliário – o terreno – as empresas de loteamento viraram o canal que as construtoras precisavam para ter acesso mais rápido a terras com processo de aprovação avançado e com infraestrutura. De outro, a parceria com as incorporadoras permitiu o acesso ao mercado de financiamento. “O modelo híbrido, com a venda de lotes e de casas prontos é o melhor”, afirma Sérgio Villas Boas, presidente da Cipasa.

E a concorrência entre lotes e casas em um mesmo empreendimento? As empresas acreditam que exista público para os dois produtos. Comprar um terreno e erguer a própria casa, seja de qual padrão for, ainda é sonho de consumo de muitos brasileiros. O apelo da casa pronta – sobretudo quando se fala em alta renda, que geralmente prefere projetos personalizados – está na praticidade de entrar e morar sem as típicas dores de cabeça da auto-construção. “E, para a classe média e média baixa, acaba sendo uma alternativa para quem não tem capacidade de comprar um lote e depois ainda construir”, diz Marcelo Willer, diretor de novos negócios da Alphaville Urbanismo.

A falta de grandes áreas passíveis de urbanização, próximas dos centros e em cidades com demanda, ainda não é problema em um país como o Brasil, mas já começa a preocupar – sobretudo quando se fala de alta renda. “A marca Alphaville ajuda a abrir portas, mas é fato que áreas grandes estão mais escassas”, afirma Willer, da Alphaville. Tanto que Cipasa e da Scopel, que estavam restritas ao Estado de São Paulo, partem para outras regiões do país. A Scopel está indo para Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul e a Cipasa para o Rio de Janeiro e Sul do país.

As empresas de loteamento atuam de forma distinta: nunca compram terras. Como os processos de aprovação são longos e morosos, o risco de adquirir a área seria muito grande. Por isso, fecham permuta financeira com o dono da terra – que geralmente fica com uma participação que varia entre 30% e 50% da venda dos lotes. Urbanizam áreas de no mínimo 150 mil metros quadrados – geralmente antigas fazendas que foram engolidas pelas cidades.

No caso de Alphaville, a construção de casas vai em duas direções: unidades de alto padrão, com projetos de diferentes assinaturas e casas com preço de R$ 1 milhão, batizado de “Living Solutions”. Mais populares, as casas do “Conceito A”, são geminadas e repetem a arquitetura. São vendidas na faixa de R$ 300 mil, com financiamento da Caixa Econômica Federal e o primeiro projeto fica em Macaé (RJ).

Segundo Willer, a ideia é aproveitar o ganho da valorização do lote, que acabava ficando com pequenos construtores que compravam e revendiam casas e até com condomínios de casas que eram feitos ao redor dos grandes loteamentos. “Alphaville costuma virar um bairro da cidade”, diz. “Queremos nos apropriar da riqueza que nós próprios criamos”, acrescenta. A empresa lançará Alphaville em Brasília e em Jundiaí com áreas projetadas para as casas prontas.

A diversificação não é uma resposta ao mau andamento da venda de lotes. Ao contrário. O resultado das companhias mostra que o mercado de loteamentos vai bem. A Scopel lançou 13 empreendimentos em 2009 e projeta 31 para este ano. No primeiro trimestre vendeu R$ 130 milhões, o triplo de 2009. A Alphaville vendeu em uma manhã 580 lotes em Ribeirão Preto, primeiro lançamento do ano. Pretende fazer entre 12 e 14 lançamentos este ano. A Cipasa pretende vender, no mínimo, R$ 100 milhões, contra R$ 80 milhões em 2009.
Fonte: Valor Economico / 14/04/2010.

Financiamento imobiliário: para não tornar o sonho em pesadelo, é preciso disciplina


Este ano deve ser o ano do crédito imobiliário. Com tanta oferta, porém, o consumidor deve atentar a vários fatores antes de entrar em um financiamento, para que o sonho da casa própria não se torne um pesadelo. Primeiro, é preciso estar ciente que um financiamento imobiliário é de longo prazo e exige disciplina. Antes de procurar algum banco ou financeira é preciso definir o que quer – se um imóvel usado, novo, na planta, apartamento, casa, o local.
Além disso, a situação financeira deve ser analisada com cuidado: quanto você tem disponível para a entrada? Quanto você pode dispor para o pagamento das prestações e por quanto tempo? Essas são algumas perguntas que devem ser feitas, como explica Raphael Rottgen, sócio da Sagace, empresa de consultoria em crédito imobiliário. “Essas respostas ajudam a definir os produtos certos e encontrar a melhor opção”, afirmou, por meio de nota. “O processo de escolha e solicitação do financiamento imobiliário é complexo, mas quem segue algumas regras e dicas básicas pode ficar tranquilo”, disse. Para não ter dor de cabeça depois que assinar o contrato de financiamento, veja se os documentos estão em dia e quite qualquer dívida pendente, para evitar que o seu nome entre nas listas de inadimplência. Na hora de escolher o financiamento, preste atenção nas taxas de juros cobradas e no CET (Custo Efetivo Total) do financiamento – que inclui juros, seguros, taxas mensais e outras cobradas pelos bancos. Depois dessa conta, verifique se a prestação de fato cabe no orçamento. Lembre-se de que, mesmo com a prestação, você não pode ficar com as contas bem fechadas no final do mês. É preciso que uma parte do se orçamento entre na conta, para emergências. Outros fatores entram na conta na hora de verificar se é possível entrar em um financiamento agora. Além de verificar a sua situação financeira presente, é preciso projetar como ela será no futuro. Tem perspectivas de crescer na empresa? Pretende mudar de área? Quer aumentar a família? Essas perguntas precisam de uma resposta, porque cada decisão poderá interferir diretamente no seu orçamento. Dessa forma, tente colocar todas as variáveis possíveis na calculadora, para não ter prejuízos depois. Lembre-se ainda de que o financiamento normalmente é indicado para pessoas que têm valor de entrada para oferecer na compra do imóvel e que topam trocar o valor do aluguel pelo das prestações.
Em 24/02/2010 – Fonte: Vidaimobiliaria.com.br

O comportamento da exclusividade na prática de comercialização de imóveis


Reação do mercado ao sistema foi pesquisada por Century 21 Brasil e afiliadas mundiais.
04/02/10, São Paulo, SP –
A Century 21 Brasil, em cooperação com agências internacionais da marca, realizou pesquisa para identificar características que movimentam o mercado imobiliário ao redor do mundo.

Dados sobre o comportamento da concessão de exclusividade fazem parte das informações compiladas pela Century 21 Brasil e suas congêneres internacionais. Foram respondidos 5.500 questionários, por clientes do Brasil, Portugal, França, Bélgica, Estados Unidos e Colômbia, entre outros países.

Cada agência foi incumbida de realizar as pesquisas com clientes e moradores de classe média alta, nas regiões onde estão localizadas. Por sua vez, também foram convocadas a apontar aspectos do mercado, de acordo com suas experiências corporativas.

A Century 21 concluiu que cresce no mercado imobiliário da cidade de São Paulo – tanto de oferta, quanto de procura – a opção por negócios que têm cláusulas de exclusividade, sistema pouco adotado em outras localidades.

“Na pesquisa realizada foi possível perceber que em algumas cidades as pessoas já estão sentindo a diferença em realizar suas transações com imobiliárias que lhes concedam vendas ou compras exclusivas”, comenta Júlia Frate, relações públicas da Century 21 Brasil e responsável pela pesquisa.

Mercado paulista: – A executiva comenta que, por exemplo, a Century 21 Coelho Fonseca, de Piracicaba (sem ligação com a Coelho da Fonseca paulistana), possui em sua carteira de produtos uma média de imóveis exclusivos que chega a 90%.

A Century 21 House, de Sorocaba, detém média entre 20% a 30% de imóveis exclusivos, todos representados por casas.

“Por outro lado, (o mercado da) cidade de Bauru dá mostras de encontrar dificuldade para entender como funciona a exclusividade, visto que a Century 21 Golden Liberty informou não alcançar 10% de ofertas exclusivas, uma porcentagem muito baixa”, avalia Júlia Frate.

Sul, Sudeste, Norte e Nordeste: – As agências Century 21 Brasil em Santa Catarina, Espírito Santo e Rio Grande do Norte possuem 10% a 40% de imóveis exclusivos em suas carteiras de produtos, diz a executiva.

“A maioria dos exclusivos é de apartamentos, complementando com alguns imóveis comerciais. Em Pernambuco, o número de imóveis exclusivos aumenta consideravelmente, para 90% a 100%, concentrando-se em duplex e condomínios fechados”, aponta Júlia Frate.

Exterior: – A executiva comenta ainda: “Assim como em Pernambuco, as Agências Century 21 entrevistadas na Bélgica reportaram uma porcentagem grande em relação aos imóveis exclusivos, especificamente entre 90 a 100%, mostrando que naquele País este modelo funciona muito bem. Já em Portugal, as Agências mostraram um número bastante diferenciado, que varia entre 30 a 90%, dependendo da região onde se encontram”, finaliza Júlia Frate.

Fonte: Imolweb / 04/02/2010

Mixed Use: Uma tendencia para as grandes cidades.


14276368Quinta,03 de dezembro 2009.

Os grandes projetos de uso misto (Mixed Use) têm despontado como uma forte tendência no mercado nacional, atraindo inúmeros interessados nesse tipo de produto. Combinando os diversos usos em um único espaço, integrando moradia, lazer, trabalho e compras, os projetos Mixed Use também se apresentam bastante rentáveis para investidores e administradores, devido justamente a essa diversidade de produtos, desenvolvidos dentro de uma grande área, onde os incorporadores podem ter total controle sobre essa implantação e seu incremento ao longo do tempo.
Na forma de grandes condomínios, que têm movimentado o mercado, estes projetos também têm caído no gosto do público que busca essa diversidade e, principalmente, fugir das mazelas das grandes cidades, como insegurança e trânsito caótico.
Em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Florianópolis, e Porto Alegre, onde estes projetos estão mais presentes, está clara a preferência por estes empreendimentos justamente em contraponto aos problemas urbanos que afligem aos cidadãos dessas metrópoles.
Em que pese o argumento de alguns urbanistas que contestam a eficácia desse tipo de empreendimento, considerando-os desagregadores do tecido urbano da cidade, o fato é que está cada vez mais atrativa ao grande público essa característica de congregação de todos os usos a que o morador precisa para o seu dia-a-dia, num espaço que ele possa percorrer em poucos metros, e com isso economizar muito do tempo que seria gasto em deslocamentos pelas ruas congestionadas das nossas cidades. O que não desobriga que nossas autoridades municipais se concentrem em conseguir pensar soluções para a questão da mobilidade urbana, hoje com certeza, o maior mal que aflige as grandes metrópoles nacionais.
Além da sobrecarga do sistema viário das cidades, também convivemos com a questão da dificuldade de encontrar vagas de estacionamento em vários pontos de São Paulo, Florianópolis e Porto Alegre, por exemplo. A grande concentração de Edifícios Comerciais, com insuficiente estrutura de transporte público, e a pouca oferta de vagas de estacionamento, em parte causada por deficientes legislações, em parte por não contarmos ainda com uma eficiente parceria entre a iniciativa privada e o poder público nessa questão, também têm contribuído em muito para piorar o tráfego em grandes bolsões do centro expandido das Grandes Cidades. E essa situação certamente se repete nos centros mais consolidados das principais  cidades médias do Brasil.
Se os projetos Mixed Use são uma tendência que veio para ficar, também temos de trazer para o centro das discussões, a questão da mobilidade urbana. Essa sim, mais que uma tendência, uma necessidade prioritária.
(Romeu Chap Chap para Revista Vida Imobiliaria)

O Dono dos “Prédios Verdes”


Luiz Fernando Lucho do Valle
Luiz Fernando Lucho do Valle

Luiz Fernando Lucho do Valle, um engenheiro civil, gaúcho de 53 anos, até os 49 usufruía de uma carreira de destaque em empresas como Rossi, Encol e Atlântica e de uma experiência de 29 anos. Mas, ainda havia algo que Valle julgava precisar fazer em prol da sociedade.

Foi assim que depois de um período de reflexão e pesquisas incansáveis, nasceu a idéia de se construir prédios sustentáveis, com vários diferenciais “verdes”, algo que ainda não existia no mercado imobiliário e ao qual ele se dedica ao máximo desde 2004. Fruto de um posicionamento pessoal do seu dono, a Ecoesfera é uma das empresas que mais cresce no mercado imobiliário brasileiro. O sucesso veio, não só no desempenho financeiro da Ecoesfera. Em 2006, Valle vendeu R$30 milhões e, em 2007, R$195 milhões. Os números chamam a atenção para o empreendimento e seu dono. O dono dos prédios verdes é um empresário preocupado sinceramente com as questões ambientais e um homem de poucos sorrisos, mas não menos agradável. A seriedade de Valle transparece não só no seu discurso, mas também no seu entorno. O escritório do grupo de construção civil fica na Vila Olímpia, em um belo edifício que também recebeu certificação verde e une bom gosto, sobriedade e, claro, material como madeira certificada. Ali tudo lembra a vontade férrea do seu dono em fazer crescer com transparência os seus prédios verdes. Chamados de Ecolifes, os tais edifícios foram planejados para que os recursos naturais sejam otimizados. Assim, a alvenaria é estrutural, ou seja, só se usa madeira nos acabamentos, produzindo o mínimo de entulho, economizando matéria-prima, entre outras vantagens. Além disso, há 16 itens de reciclagem e medidas sustentáveis adotadas pelo Grupo Ecoesfera, durante a vida útil da edificação, tais como pomar e herbário, coleta de lixo seletiva, sensores de presença, tratamento de esgoto, com reuso da água, captação e reuso da água de chuva, aquecimento de chuveiros a gás, energia solar, medidores de consumo individuais, elevador ecológico, enfim, a lista de diferenciais verdes é grande. Pensando grande, o engenheiro Luiz Fernando ampliou seu negócio inicial e hoje o grupo é composto de incorporadora, construtora e imobiliária. E tudo tem a mão e o toque do seu dono. O empresário se interessa por todos os detalhes e faz questão que tudo reflita bom-gosto. “Eu quero fazer uma indústria de ternos Vila Romana em termos de edifícios: produtos de qualidade, a preço acessível e de bom gosto”, diz Valle. A importância da beleza da forma ele adquiriu desde o início de sua carreira profissional quando foi proprietário de uma confecção de moda infantil e também ao criar marcas de produtos imobiliários de sucesso tais como o Plano 100, Vida Nova e Neo. Tais experiências lhes deram o senso estético necessário para construir belos edifícios. E também um senso de oportunidade para reformular sua vida profissional e pessoal que, bem sucedidas, hoje o tornam um exemplo para o mercado e para gerações futuras.
Fonte: http://www.vidaimobiliária.com

Rio de Janeiro: Para Conceder Habite-se, o Plantio de Mudas


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A prefeitura decidiu exigir no momento da concessão do habite-se de novas construções uma contrapartida ambiental em forma de mudas de espécies da Mata Atlântica. Essas mudas serão usadas nos programas de reflorestamento da Secretaria municipal de Meio Ambiente. As regras, que entraram em vigor ontem, fazem parte do legado ambiental proposto ao Comitê Olímpico Internacional (COI) como parte da organização das Olimpíadas de 2016. A ideia é que o plantio das mudas compense a emissão de gases do efeito estufa produzidos pelo deslocamento de materiais para o canteiro de obras, dos resíduos da construção civil e do movimento da terra.

O secretário municipal de Meio Ambiente e viceprefeito, Carlos Alberto Muniz, disse que, como política sustentável, é inédita no Brasil. A contrapartida ambiental será exigida em todos os projetos a partir de 180 metros quadrados de área construída.

O empreiteiro terá que fornecer uma muda a cada 60 metros quadrados construídos acima dos 180 metros quadrados. Com base nas licenças emitidas pela Secretaria municipal de urbanismo, a estimativa é que a prefeitura receba cerca de 72 mil mudas por ano. Boa parte delas será usada no reflorestamento do Parque Estadual da Pedra Branca, que tem uma de suas vertentes nas vizinhanças da região da Barra da Tijuca, onde estarão concentradas boa parte das provas olímpicas.

O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil, Roberto Kauffmann, elogiou a medida. Mas ele disse que outros mecanismos poderiam ser aplicados como contrapartidas ambientais. E cita como exemplo, projetos que prevejam a reciclagem de água das chuvas ou que favoreçam a iluminação natural.

O secretário, por sua vez, argumenta que essa implantação não seria viável neste momento.

“Se criássemos mais exigências isso poderia dificultar muito o processo de habite-se. Essa é uma medida simples e fácil de ser entendida”, justificou o secretário.

Fonte G1 / 07/11/2009

Morar em Condominios fechados, uma tendência em ascensão


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Os Condomínios Horizontais Fechados está em ascensão, e uma das principais causas é a garantia de maior segurança, espaços de lazer para a Família e em alguns as áreas de preservação ambiental permanente.
As pessoas sempre tiveram mais predileção por morar em casas, mas não o faziam por tres fatores:manutenção, falta de segurança e financiamento. Isto está sendo superado com a expansão dos condomínios fechados.
Vantagens de se morar em condomínio:
Segurança. Os muros que cercam o condomínio e os guardas rondando as ruas internas 24 horas por dia são uma garantia de tranqüilidade aos moradores.
A maioria dos condomínios dispõe de infra-estrutura de lazer: quadras esportivas, salão de festas, piscinas, churrasqueira e academia de ginástica.
Vizinhança com perfil semelhante. Boa parte dos moradores de condomínios é casada, tem entre 35 e 45 anos e de dois a três filhos menores de 15 anos.
A taxa de condomínio é baixa se comparada à cobrada nos edifícios do mesmo padrão.

Saiba Qual A Diferença Entre Condomínio E Loteamento Fechado.


A necessidade de viver com mais segurança motiva as pessoas a buscarem casa a venda em condomínios fechados. Ao pesquisar o mercado deparam-se com inúmeras ofertas, inclusive imóveis, em loteamentos fechados – que podem facilmente ser confundidos com um condomínio.

Como alguns loteamentos fechados, no período de vendas, mantêm uma estrutura de segurança com guarita para controle de acesso e monitoramento por câmeras, além de oferecer áreas de lazer, fica fácil confundi-lo com um condomínio fechado. Você sabe diferenciar esses tipos de empreendimentos imobiliários?

Condomínio E Loteamento Têm Leis Específicas:

O primeiro passo é conhecer a legislação, pois para cada empreendimento existem leis específicas. A lei 6.766/79 dispõe sobre parcelamento de solo urbano (loteamentos), classificando o loteamento fechado com uma gleba subdividida em lotes edificáveis, na qual serão abertas vias públicas. A lei 4.591/64 é restrita à condomínios fechados, com finalidade residencial ou não. O condomínio também é regido pelo Código Civil (artigos 1331 a 1358). Os loteamentos estão enquadrados nos artigos 53 ao 61 do Código Civil (capítulo II), segundo Evandro Silva, proprietário da imobiliária Nero Imóveis.

Áreas Privativas E Espaços Comuns:

Ao comprar um terreno em um condomínio fechado, você estará adquirindo a fração ideal da área, o que abrange, além do terreno de uso privativo, espaços de uso comum como a estrutura de lazer (quadras, playground, piscina, salão de festas), áreas verdes, praças e as vias de acesso. Existe controle de acesso, ou seja, só podem entrar no condomínio as pessoas autorizadas por moradores e responsáveis pela administração.

Mas ao adquirir um terreno em loteamento fechado, você só terá direito sobre seu próprio lote, pois, quando a prefeitura aprova o sistema viário, o acesso é livre à população. O que poderá ocorrer é um controle de circulação, ou seja, para quem não reside ou trabalha no loteamento fechado, a entrada é liberada mediante apresentação de documentos.

Não existe restrição à entrada no loteamento fechado. A prefeitura pode conceder o direito de uso ao loteamento fechado, porém, a qualquer momento, a municipalidade poderá reverter esse consentimento.

Administração De Áreas Comuns Em Condomínios E Loteamentos

Quando um loteamento fechado é aprovado é criada também uma associação, com a qual a prefeitura poderá assinar o contrato de comodato para o fechamento do loteamento e autorizar a instalação de portaria para controlar o acesso. Dessa forma, a responsabilidade pela manutenção do sistema viário passa ao loteamento enquanto vigorar a concessão de uso.

Esta associação poderá cobrar, dos moradores, a taxa de manutenção e custear outras melhorias para o empreendimento como uma área de lazer privativa, mas os moradores não são obrigados a fazer parte da associação. Entretanto, observe, antes de comprar um imóvel em loteamento fechado se consta uma cláusula de condição no memorial descritivo e na minuta do contrato de compra e venda sobre a existência de associação de moradores com a finalidade de prestar serviços aos proprietários de lotes.

Quanto ao condomínio fechado, existe a obrigatoriedade do pagamento da taxa de condomínio para a manutenção das áreas comuns. O condômino que deixar de efetuar o pagamento torna-se inadimplente perante o condomínio e estará sujeito a várias penalidades, inclusive a perda do patrimônio para quitar os débitos, via execução judicial.

Devido à existência de infraestrutura de uso comum dos condôminos, o condomínio precisa ter uma administração para controlar a arrecadação da taxa mensal e gerenciar os serviços de manutenção. Tudo isso é realizado pelo síndico. No loteamento, a figura do administrador existe quando há uma associação encarregada de prestar serviços aos proprietários.

Quem mora em condomínio tem que seguir o que for decidido em convenção e o que estiver contido no regulamento interno. Já os moradores de loteamento fechado seguem os dispositivos do estatuto social. O Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) é cobrado sobre a fração ideal de imóvel em condomínio fechado (isto inclui as áreas privativa e comum). O morador de loteamento fechado paga IPTU relativo ao seu imóvel (terreno ou terreno + casa), pois as áreas comuns são consideradas públicas.

Antes de fechar a compra do imóvel, consulte o cartório de registro de imóveis e a prefeitura para obter informações sobre o empreendimento, se é um condomínio ou loteamento fechado, se está totalmente legalizado ou ainda existem pendências que poderão trazer complicações futuras aos compradores.

Outro detalhe importante: consulte seu advogado sobre todas as cláusulas do contrato de compra e venda e o memorial descritivo do empreendimento para fazer um investimento com segurança, sabendo exatamente quais serão seus direitos e obrigações.

Fonte: Terra

Lei Federal autoriza “condomínios de lotes” e “loteamentos fechados”


13/07/2017 10:04 – 

A Lei Federal nº 13.465, publicada nesta terça-feira, 11 de julho de 2017, trouxe grandes novidades na seara do direito imobiliário. As principais novidades dizem respeito às regras para regularização fundiária e as alterações na legislação de alienação fiduciária; porém, duas importantes novidades dizem respeito à disciplina dos condomínios e loteamentos.

Condomínios de lotes:

A disciplina dos “condomínios horizontais” sempre envolveu certa insegurança jurídica, por falta de clareza na legislação urbanística federal. Alguns municípios, como é o caso de Curitiba, consideravam inadmissíveis empreendimentos consistentes em “condomínios de lotes”, ou seja, empreendimentos com a venda de terrenos para que cada comprador aprovasse o projeto e construísse a sua casa. Assim, era necessário que o empreendedor aprovasse um condomínio com projetos básicos de casas, vendendo o terreno para que o comprador, caso desejasse, promovesse a alteração do projeto.

A nova lei introduziu o art. 1.358-A ao Código Civil de 2002, prevendo expressamente a possibilidade de empreendimentos de “condomínios de lotes”. Ou seja, o empreendedor poderá aprovar um projeto de incorporação imobiliária composto apenas por lotes de terrenos, ficando a cargo do comprador aprovar e construir sua casa ou sobrado da forma como melhor entender.

Loteamento fechado:

Outro tema bastante polêmico foi enfrentado pela lei, relativo aos loteamentos fechados – ou seja, empreendimentos de parcelamento do solo cujas ruas passavam a ter o acesso bloqueado para não-moradores, o que gerou muitas reclamações e discussões judiciais, já que, diversamente do que o corre nos condomínios, nos loteamentos as vias de circulação são de propriedade do Poder Público.

A lei publicada nesta terça inseriu um parágrafo no art. 2º da Lei nº 6.776/79, prevendo expressamente o “loteamento de acesso controlado”, modalidade específica a ser regulamentada por cada município. Assim, o controle de acesso passa a ser permitido, mas o acesso a não-moradores não pode ser impedido, desde que estes sejam devidamente cadastrados e identificados.

Fonte: Ricardo Campelo Advogados

Projeto obriga casas de SP a ter telhado branco.



Projeto obriga casas de SP a ter telhado branco.
Projeto de lei já aprovado em primeira votação na Câmara Municipal propõe que as novas casas construídas na capital sejam obrigadas a ter telhado pintado de branco.
A medida teria caráter ambiental:o branco absorve menos sol e ajuda a combater as ilhas de calor da
cidade. A ideia é defendida há cerca de três anos pela Organização Não-Governamental Green Building
Council Brasil. O argumento é que os telhados escuros retêm mais luz do Sol e, ficam mais quentes.
Como 25% do terreno das cidades corresponde aos telhados, ainda de acordo com a ONG, esse material combateria a formação de ilhas de calor.
Fonte: vidaimobiliaria.com.br / 07122010

” Corretor de Imóveis!!!   Qual é o Seu ??? “

Ecotelhado muda paisagem urbana


Ecotelhado
Ecotelhado

Conforto térmico e redução de gastos com energia e água são fatores proporcionados pela tecnologia

A preocupação com a sustentabilidade nos prédios pode ser um passo importante para uma mudança no cenário urbano. Composto de Substrato leve, grama ou vegetação paisagística, e água são utilizados em telhados e paredes para trazer valorização e proteção ao prédio, mas também acabam sendo aliados importantes no melhor aproveitamento dos aparelhos de ar condicionado. O Ecotelhado, além de ecológico pela matéria prima reciclada que utiliza, ameniza o calor interno dos ambientes, oriundo de raios solares, diminuindo a potência do ar-condicionado dentro dos ambientes. Isto economiza o consumo de energia elétrica. É um produto bem visto pelo setor de climatização, afirma o presidente da ASBRAV, Sergio Helfensteller.
O Ecotelhado também auxilia na proteção acústica do prédio, diminuindo ruídos externos e em alguns casos, pode proporcionar áreas de lazer na cobertura. Para o meio ambiente, a tecnologia reduz o impacto do dióxido de carbono sendo uma boa opção ao combate contra o “efeito ilha de calor urbano”, com as plantas refrescando o ar pela evapo-transpiração.
A empresa Ecotelhado, Conforto Térmico instala três tipos de telhado: sistema modular, alveolar e laminar. O modular é colocado em placas já vegetadas colocadas lado a lado. O alveolar permite maior variedade de plantas e a membrana com alvéolos retém maior água. O laminar se diferencia por utilizar uma lâmina d’água sob um piso elevado feito de módulos de sustentação. A expectativa do visual verde acaba influenciando na conscientização social. Por ser agradável, eficiente e diferente, a sociedade busca mais informações e acaba se interessando pelo projeto que compõe com o meio-ambiente. Em Porto Alegre, a C&A com sua Loja Eco e o Multipalco do Theatro São Pedro utilizam a tecnologia verde.
Em 09/07/2010